sábado, 25 de setembro de 2021

Como Ajudar um Alcoólatra? 

Essa é uma das perguntas mais frequentes feitas por familiares e amigos: como ajudar um alcoólatra? 

Como se comportar? Como falar para ele do seu problema sem magoá-lo?

Para os alcoólatras, assim como para as pessoas próximas, não é muito fácil saber onde se situa o limite entre um consumo razoável, festivo, e um consumo abusivo.

E todos sabemos que o consumo abusivo pode levar à dependência, e causar graves problemas de saúde.

Por isso que pessoas em tratamento para alcoolismo precisam de um olhar mais atento e de todo o suporte para tentar largar o vício.

Você está tendo problemas de álcool na sua família ou um amigo seu? Então, descubra aqui maneiras de ajudar um alcoólatra.

Como saber se alguém próximo bebe muito?

É difícil afirmar que uma pessoa é alcoólatra com base simplesmente em seu comportamento, uma vez que as reações diante do álcool variam de pessoa para pessoa.

Portanto, o primeiro passo para saber como ajudar um alcoólatra, é observando alguns sinais:

  • Um consumo cada vez mais regular;
  • Uma tendência para beber por necessidade e não por prazer;
  • Mudança de humor, como agressividade, ansiedade, depressão;
  • Alterações do sono, apetite;
  • Falta no trabalho e dificuldade em lidar com os conflitos;
  • Condutas de risco, como dirigir após beber, sexo sem proteção.

Esses são sinais de alerta e caso você note alguns deles, é a hora de buscar ajuda.

Por onde começar a ajudar um alcoólatra?

Primeiramente, é difícil ajudar uma pessoa que não busca ajuda. E se essa pessoa não vê seu consumo como um problema, ela não vai entender por que você está lhe pedindo para mudar.

A ideia aqui é não forçá-la a parar de beber, mas fazer a pessoa tomar consciência que seu comportamento é um problema para quem está à sua volta e sua saúde.

É exatamente essa a abordagem em uma clínica de recuperação, e quando o paciente tem essa consciência, aumentam as chances do sucesso do tratamento.

Tenha em mente que a relação com o álcool é muito pessoal. Alguns veem o álcool como um pequeno prazer para compartilhar entre amigos, enquanto outros como uma forma de superar os problemas.

E é aqui que pode se tornar um problema, e você, que está próximo, precisa pensar em como ajudar um alcoólatra para fazer ele se sentir bem sem ter que recorrer ao álcool.

Dicas de como ajudar um alcoólatra

Muitas vezes, quem está perto de um dependente alcoólico, não compreende os motivos pelos quais o levaram a beber.

Portanto, é essencial entender as motivações que o levaram a beber: timidez, angústia, traumatismos, medo de ser rejeitado, querer se afirmar, solidão…

Do seu ponto de vista, o consumo de álcool o destrói. Do ponto de vista da pessoa, ajuda a lidar com as dificuldades do dia a dia.

É muito comum durante um tratamento para dependentes químicos, todos esses conflitos virem à tona, e assim, fica mais claro como ajudar um alcoólatra, pois você sabe o que está por trás da dependência.

Agora, é indispensável manter o diálogo aberto, sem críticas nem julgamentos, e mostrar para a outra pessoa que ela pode contar com você para qualquer coisa.

A partir do momento que é criada essa relação de confiança, você terá muito mais abertura para ajudá-la!

O post Como Ajudar um Alcoólatra?  foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



source https://gruponovorecomeco.com.br/2021/09/25/como-ajudar-um-alcoolatra/

Como Ajudar um Alcoólatra? 

Essa é uma das perguntas mais frequentes feitas por familiares e amigos: como ajudar um alcoólatra? 

Como se comportar? Como falar para ele do seu problema sem magoá-lo?

Para os alcoólatras, assim como para as pessoas próximas, não é muito fácil saber onde se situa o limite entre um consumo razoável, festivo, e um consumo abusivo.

E todos sabemos que o consumo abusivo pode levar à dependência, e causar graves problemas de saúde.

Por isso que pessoas em tratamento para alcoolismo precisam de um olhar mais atento e de todo o suporte para tentar largar o vício.

Você está tendo problemas de álcool na sua família ou um amigo seu? Então, descubra aqui maneiras de ajudar um alcoólatra.

Como saber se alguém próximo bebe muito?

É difícil afirmar que uma pessoa é alcoólatra com base simplesmente em seu comportamento, uma vez que as reações diante do álcool variam de pessoa para pessoa.

Portanto, o primeiro passo para saber como ajudar um alcoólatra, é observando alguns sinais:

  • Um consumo cada vez mais regular;
  • Uma tendência para beber por necessidade e não por prazer;
  • Mudança de humor, como agressividade, ansiedade, depressão;
  • Alterações do sono, apetite;
  • Falta no trabalho e dificuldade em lidar com os conflitos;
  • Condutas de risco, como dirigir após beber, sexo sem proteção.

Esses são sinais de alerta e caso você note alguns deles, é a hora de buscar ajuda.

Por onde começar a ajudar um alcoólatra?

Primeiramente, é difícil ajudar uma pessoa que não busca ajuda. E se essa pessoa não vê seu consumo como um problema, ela não vai entender por que você está lhe pedindo para mudar.

A ideia aqui é não forçá-la a parar de beber, mas fazer a pessoa tomar consciência que seu comportamento é um problema para quem está à sua volta e sua saúde.

É exatamente essa a abordagem em uma clínica de recuperação, e quando o paciente tem essa consciência, aumentam as chances do sucesso do tratamento.

Tenha em mente que a relação com o álcool é muito pessoal. Alguns veem o álcool como um pequeno prazer para compartilhar entre amigos, enquanto outros como uma forma de superar os problemas.

E é aqui que pode se tornar um problema, e você, que está próximo, precisa pensar em como ajudar um alcoólatra para fazer ele se sentir bem sem ter que recorrer ao álcool.

Dicas de como ajudar um alcoólatra

Muitas vezes, quem está perto de um dependente alcoólico, não compreende os motivos pelos quais o levaram a beber.

Portanto, é essencial entender as motivações que o levaram a beber: timidez, angústia, traumatismos, medo de ser rejeitado, querer se afirmar, solidão…

Do seu ponto de vista, o consumo de álcool o destrói. Do ponto de vista da pessoa, ajuda a lidar com as dificuldades do dia a dia.

É muito comum durante um tratamento para dependentes químicos, todos esses conflitos virem à tona, e assim, fica mais claro como ajudar um alcoólatra, pois você sabe o que está por trás da dependência.

Agora, é indispensável manter o diálogo aberto, sem críticas nem julgamentos, e mostrar para a outra pessoa que ela pode contar com você para qualquer coisa.

A partir do momento que é criada essa relação de confiança, você terá muito mais abertura para ajudá-la!

O post Como Ajudar um Alcoólatra?  foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



source https://gruponovorecomeco.com.br/2021/09/25/como-ajudar-um-alcoolatra/

sábado, 18 de setembro de 2021

Como Ajudar um Dependente Químico

Muitas famílias e amigos querem ajudar um dependente químico a se livrar do vício, no entanto, não sabem como. 

O ideal é antes de falar com o dependente químico, que você leia tudo o que puder sobre dependência, pois isso te ajudará a entender como as drogas afetam o funcionamento do cérebro.

Além disso, dependendo do grau da dependência e do tempo de uso, talvez seja necessário buscar ajuda em uma clínica de recuperação, para que a pessoa tenha acesso ao tratamento adequado.

Nesse artigo, entenda como saber se um amigo ou familiar é dependente químico e algumas maneiras de como ajudá-lo.

O que é dependência química?

Antes de saber como ajudar um dependente químico,  saiba que a dependência é definida como uma doença crônica e recorrente do cérebro que leva a uma perda total de controle sobre a droga.

Quando a pessoa consome uma droga, o cérebro libera dopamina, uma substância química responsável pelas sensações de prazer.

Como o cérebro quer ter essas boas sensações, isso vai fazer com que a pessoa consuma cada vez mais drogas.

Com o passar do tempo, a tolerância se desenvolve e a pessoa tem necessidade de mais e mais para obter os mesmos efeitos.

Às vezes, o cérebro pode ter necessidade de uma grande quantidade para se sentir “normal”, no entanto, a pessoa nem sempre admite que é dependente, e cabe a quem está por perto ajudá-la, ou seja, convencê-la a procurar uma tratamento para dependentes químicos.

Como saber se uma pessoa é dependente de drogas?

Os sintomas de dependência química nem sempre são fáceis de notar. Às vezes, os dependentes tornam-se muito hábeis a esconder sua dependência de seus amigos e família.

Mas existem alguns sinais que podem indicar um problema de abuso de drogas ou álcool. A pessoa pode:

  • Estar ansioso, deprimido ou irritado;
  • Apresentar mudanças bruscas de humor ou comportamento;
  • Se isolar;
  • Consumir mais e mais drogas por um período maior;
  • Roubar ou vender bens pessoais para comprar as drogas;
  • Deixar de lado as responsabilidades diárias;
  • Negligenciar cuidados pessoais;
  • Apresentar problemas de coordenação ou elocução;
  • Se desinteressar pelo trabalho, escola e por atividades que anteriormente eram agradáveis;
  • Envolver-se em comportamentos de risco, como relações sexuais sem proteção, por exemplo;
  • Ter uma perda ou ganho de peso;
  • Ter sangramentos no nariz frequentes;
  • Ter problemas de sono ou dormir demais; e
  • Evitar atividades em família, sociais e profissionais.

É essencial estar atento a esses sinais, e agir o quanto antes para ajudar um dependente químico.

Como ajudar um dependente químico?

Agora que você já entendeu que a dependência é uma doença crônica do cérebro, tenha em mente que ajudar um dependente químico pode ser um desafio.

Isso porque, a maioria dos dependentes não admite que é, e admitir que é e que precisa de ajuda é o primeiro passo para o sucesso de um tratamento para alcoolismo.

Procure conversar com calma e mostrar ao seu amigo ou familiar como a dependência está afetando não só a vida dele, mas de todos à sua volta.

Provavelmente, ele não está pronto para aceitar ajuda, e apenas deixe que ele saiba que você está ali para o que ele precisar.

No entanto, se perceber que a dependência química pode estar colocando sua vida em risco, não hesite em procurar um profissional habilitado e pedir orientação de como agir.

O post Como Ajudar um Dependente Químico foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



source https://gruponovorecomeco.com.br/2021/09/18/como-ajudar-um-dependente-quimico/

Como Ajudar um Dependente Químico

Muitas famílias e amigos querem ajudar um dependente químico a se livrar do vício, no entanto, não sabem como. 

O ideal é antes de falar com o dependente químico, que você leia tudo o que puder sobre dependência, pois isso te ajudará a entender como as drogas afetam o funcionamento do cérebro.

Além disso, dependendo do grau da dependência e do tempo de uso, talvez seja necessário buscar ajuda em uma clínica de recuperação, para que a pessoa tenha acesso ao tratamento adequado.

Nesse artigo, entenda como saber se um amigo ou familiar é dependente químico e algumas maneiras de como ajudá-lo.

O que é dependência química?

Antes de saber como ajudar um dependente químico,  saiba que a dependência é definida como uma doença crônica e recorrente do cérebro que leva a uma perda total de controle sobre a droga.

Quando a pessoa consome uma droga, o cérebro libera dopamina, uma substância química responsável pelas sensações de prazer.

Como o cérebro quer ter essas boas sensações, isso vai fazer com que a pessoa consuma cada vez mais drogas.

Com o passar do tempo, a tolerância se desenvolve e a pessoa tem necessidade de mais e mais para obter os mesmos efeitos.

Às vezes, o cérebro pode ter necessidade de uma grande quantidade para se sentir “normal”, no entanto, a pessoa nem sempre admite que é dependente, e cabe a quem está por perto ajudá-la, ou seja, convencê-la a procurar uma tratamento para dependentes químicos.

Como saber se uma pessoa é dependente de drogas?

Os sintomas de dependência química nem sempre são fáceis de notar. Às vezes, os dependentes tornam-se muito hábeis a esconder sua dependência de seus amigos e família.

Mas existem alguns sinais que podem indicar um problema de abuso de drogas ou álcool. A pessoa pode:

  • Estar ansioso, deprimido ou irritado;
  • Apresentar mudanças bruscas de humor ou comportamento;
  • Se isolar;
  • Consumir mais e mais drogas por um período maior;
  • Roubar ou vender bens pessoais para comprar as drogas;
  • Deixar de lado as responsabilidades diárias;
  • Negligenciar cuidados pessoais;
  • Apresentar problemas de coordenação ou elocução;
  • Se desinteressar pelo trabalho, escola e por atividades que anteriormente eram agradáveis;
  • Envolver-se em comportamentos de risco, como relações sexuais sem proteção, por exemplo;
  • Ter uma perda ou ganho de peso;
  • Ter sangramentos no nariz frequentes;
  • Ter problemas de sono ou dormir demais; e
  • Evitar atividades em família, sociais e profissionais.

É essencial estar atento a esses sinais, e agir o quanto antes para ajudar um dependente químico.

Como ajudar um dependente químico?

Agora que você já entendeu que a dependência é uma doença crônica do cérebro, tenha em mente que ajudar um dependente químico pode ser um desafio.

Isso porque, a maioria dos dependentes não admite que é, e admitir que é e que precisa de ajuda é o primeiro passo para o sucesso de um tratamento para alcoolismo.

Procure conversar com calma e mostrar ao seu amigo ou familiar como a dependência está afetando não só a vida dele, mas de todos à sua volta.

Provavelmente, ele não está pronto para aceitar ajuda, e apenas deixe que ele saiba que você está ali para o que ele precisar.

No entanto, se perceber que a dependência química pode estar colocando sua vida em risco, não hesite em procurar um profissional habilitado e pedir orientação de como agir.

O post Como Ajudar um Dependente Químico foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



source https://gruponovorecomeco.com.br/2021/09/18/como-ajudar-um-dependente-quimico/

sábado, 11 de setembro de 2021

Transtorno de Ansiedade Social: O que é?

Transtorno de ansiedade social, também chamado de fobia social, é caracterizado quando a pessoa tem uma dificuldade extrema em falar e conviver com os outros, seja na escola, trabalho ou em outras situações.

A boa notícia é que existem muitas estratégias que podem ser utilizadas para ajudar a pessoa a se sentir mais segura e assim, poder conviver de uma forma saudável com outras.

É exatamente isso que é feito em uma clínica de recuperação, ou seja, dar todo suporte à pessoa para confiar mais em si mesma e poder voltar a ter uma vida normal.

Entenda, a seguir, o que é ansiedade social, quais são as causas, sintomas…

O que é transtorno de ansiedade social?

É normal que todo mundo seja um pouco mais tímido em determinadas situações.

Por exemplo, muitas pessoas podem ficar mais nervosas só em pensar na ideia de fazer uma apresentação ou encontrar o novo chefe pela primeira vez.

Mas se você se sente tão tímido a ponto de causar problemas na escola, trabalho ou nas suas relações, pode se tratar de um transtorno de ansiedade social.

A ansiedade social é um estado no qual a pessoa pode se tornar extremamente ansiosa em situações sociais, principalmente na presença de novas pessoas.

Por consequência, elas têm uma tendência a se preocupar com que os outros podem pensar delas, por exemplo, medo que façam algo que possam humilhá-las.

E a ansiedade é tão intensa que chega a paralisar as pessoas, o que as faz evitar qualquer situação social.

Você sabia que muitas pessoas que se submetem ao tratamento para alcoolismo recorrem ao álcool para reduzir os sintomas da ansiedade social?

Quais são as causas da fobia social?

Os seres humanos possuem um sistema de alarme, que é o que nos permite sobreviver. Por exemplo, diante de um perigo, esse sistema é acionado e assim, podemos lutar ou fugir.

No transtorno de ansiedade social, esse sistema de alarme é muito sensível e desencadeado por situações sociais, e os fatores que contribuem incluem:

  • Genética: algumas pessoas são mais sensíveis que outras, e isso pode ser transmitido de pais para filhos;
  • Experiências de vida: quem tem ansiedade social pode ter vivido situações sociais estressantes.

Infelizmente, nem todos conseguem lidar com a expectativa dos outros, se adaptar a diferentes situações, o que pode contribuir para a fobia social.

Muitos pacientes em tratamento para dependentes químicos podem apresentar sintomas de ansiedade social, e pelo medo de encarar os outros de frente, acabam fazendo uso abusivo de drogas.

Sintomas de transtorno de ansiedade social

As pessoas que sofrem de fobia social geralmente são tímidas ao longo de suas vidas, mas isso se torna mais evidente durante a adolescência, fase onde há um maior estresse social.

Os principais sintomas que podem surgir antes e/ou durante situações sociais são:

  • Ficar vermelho no rosto;
  • Transpirar em excesso;
  • Náuseas;
  • Tremores;
  • Dificuldade de falar ou estabelecer contato visual com outra pessoa.

Portanto, se você suspeitar que pode estar sofrendo de transtorno de ansiedade social, consulte um profissional de saúde o quanto antes.

Saiba que, a longo prazo, uma ansiedade social não tratada pode contribuir para outros problemas, como a depressão e dependência química.

O post Transtorno de Ansiedade Social: O que é? foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



source https://gruponovorecomeco.com.br/2021/09/11/transtorno-de-ansiedade-social-o-que-e/

Transtorno de Ansiedade Social: O que é?

Transtorno de ansiedade social, também chamado de fobia social, é caracterizado quando a pessoa tem uma dificuldade extrema em falar e conviver com os outros, seja na escola, trabalho ou em outras situações.

A boa notícia é que existem muitas estratégias que podem ser utilizadas para ajudar a pessoa a se sentir mais segura e assim, poder conviver de uma forma saudável com outras.

É exatamente isso que é feito em uma clínica de recuperação, ou seja, dar todo suporte à pessoa para confiar mais em si mesma e poder voltar a ter uma vida normal.

Entenda, a seguir, o que é ansiedade social, quais são as causas, sintomas…

O que é transtorno de ansiedade social?

É normal que todo mundo seja um pouco mais tímido em determinadas situações.

Por exemplo, muitas pessoas podem ficar mais nervosas só em pensar na ideia de fazer uma apresentação ou encontrar o novo chefe pela primeira vez.

Mas se você se sente tão tímido a ponto de causar problemas na escola, trabalho ou nas suas relações, pode se tratar de um transtorno de ansiedade social.

A ansiedade social é um estado no qual a pessoa pode se tornar extremamente ansiosa em situações sociais, principalmente na presença de novas pessoas.

Por consequência, elas têm uma tendência a se preocupar com que os outros podem pensar delas, por exemplo, medo que façam algo que possam humilhá-las.

E a ansiedade é tão intensa que chega a paralisar as pessoas, o que as faz evitar qualquer situação social.

Você sabia que muitas pessoas que se submetem ao tratamento para alcoolismo recorrem ao álcool para reduzir os sintomas da ansiedade social?

Quais são as causas da fobia social?

Os seres humanos possuem um sistema de alarme, que é o que nos permite sobreviver. Por exemplo, diante de um perigo, esse sistema é acionado e assim, podemos lutar ou fugir.

No transtorno de ansiedade social, esse sistema de alarme é muito sensível e desencadeado por situações sociais, e os fatores que contribuem incluem:

  • Genética: algumas pessoas são mais sensíveis que outras, e isso pode ser transmitido de pais para filhos;
  • Experiências de vida: quem tem ansiedade social pode ter vivido situações sociais estressantes.

Infelizmente, nem todos conseguem lidar com a expectativa dos outros, se adaptar a diferentes situações, o que pode contribuir para a fobia social.

Muitos pacientes em tratamento para dependentes químicos podem apresentar sintomas de ansiedade social, e pelo medo de encarar os outros de frente, acabam fazendo uso abusivo de drogas.

Sintomas de transtorno de ansiedade social

As pessoas que sofrem de fobia social geralmente são tímidas ao longo de suas vidas, mas isso se torna mais evidente durante a adolescência, fase onde há um maior estresse social.

Os principais sintomas que podem surgir antes e/ou durante situações sociais são:

  • Ficar vermelho no rosto;
  • Transpirar em excesso;
  • Náuseas;
  • Tremores;
  • Dificuldade de falar ou estabelecer contato visual com outra pessoa.

Portanto, se você suspeitar que pode estar sofrendo de transtorno de ansiedade social, consulte um profissional de saúde o quanto antes.

Saiba que, a longo prazo, uma ansiedade social não tratada pode contribuir para outros problemas, como a depressão e dependência química.

O post Transtorno de Ansiedade Social: O que é? foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



source https://gruponovorecomeco.com.br/2021/09/11/transtorno-de-ansiedade-social-o-que-e/

sábado, 4 de setembro de 2021

Depressão Puerperal: O que é?

A depressão puerperal, também chamada de depressão pós-parto, não deve ser confundida com o baby blues, que aparece nos três dias após o parto e desaparece no máximo em duas semanas.

Já a depressão pós-parto é mais longa e marcada por um estado clínico mais grave, como uma culpa intensa, sensação de incapacidade, cansaço extremo, etc.

Apenas a título de curiosidade, tais sintomas são comuns em pessoas submetidas a um tratamento para dependentes químicos, o que exige um acompanhamento de perto.

Para você entender melhor a depressão puerperal, vamos mostrar aqui o que é, os principais sintomas da depressão e quando procurar ajuda.

O que é depressão puerperal?

A depressão puerperal atinge cerca de 10% a 15% das mulheres e geralmente começa de 4 a 8 semanas após o parto.

Mais raramente, um caso entre 500 a 1000 nascimentos, a depressão é acompanhada de sintomas psicóticos, o que é bastante perigoso.

Apesar da depressão puerperal estar associada às mudanças hormonais derivadas da gravidez e parto, os riscos podem aumentar com o estresse e ansiedade.

Por isso, é importante estar atento aos sintomas, especialmente se estiverem presentes na maior parte do tempo nas duas primeiras semanas.

A seguir, confira os principais sinais da depressão pós-parto.

Quais os sintomas da depressão puerperal?

A depressão pós-parto se assemelha a outros tipos de depressão, embora alguns sintomas estejam mais associados a pensamentos negativos em relação ao bebê.

Portanto, os sintomas podem variar de mulher para mulher, mas os principais incluem:

  • Humor depressivo, por exemplo, se sentir triste, com sentimento de vazio;
  • Dificuldade em pegar no sono, mesmo quando o bebê está dormindo;
  • Desejo constante de chorar;
  • Oscilação de apetite;
  • Fadiga intensa ou perda de energia;
  • Esgotamento físico;
  • Isolamento;
  • Culpa excessiva sem razão aparente;
  • Uma sensação de uma mãe incapaz, com sentimento de fracasso;
  • Falta de interesse por ela ou em relação ao bebê, ou ao contrário, uma preocupação excessiva;
  • Medo de fazer mal ao bebê;
  • Ideias suicidas.

Da mesma forma que um paciente em uma clínica de recuperação deve ser avaliado constantemente, é essencial que as mães que apresentem sinais de depressão puerperal sejam acompanhadas por um profissional de saúde mental.

Quando buscar ajuda?

Muitas vezes, a falta de informação faz com que mães ou até mesmo seus familiares não busquem ajuda.

Isso também acontece em quem não procura por tratamento para alcoolismo, muito em razão de acreditar que não precisa ou que é possível superar sozinho.

Agora, quando a depressão puerperal é severa, é necessário consultar um médico o mais rápido possível, a fim de obter o tratamento adequado.

Dependendo da intensidade e dos sintomas, provavelmente o médico vai direcionar a paciente para um psicólogo ou psiquiatra.

Lembrando que, alguns antidepressivos passam pelo leite materno, e se a mãe quiser continuar amamentando, deverá consultar o médico para saber qual medicamento não fará mal ao bebê.

No entanto, independente da gravidade da depressão pós-parto, é importante que todos à volta estejam bem atentos e buscar ajuda profissional o quanto antes.

Logo, saiba que a maioria das mulheres sentem uma melhora significativa em alguns meses, desde que com um tratamento adequado, logo, é crucial contar com o suporte de um profissional.

O post Depressão Puerperal: O que é? foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



source https://gruponovorecomeco.com.br/2021/09/04/depressao-puerperal-o-que-e/

Depressão Puerperal: O que é?

A depressão puerperal, também chamada de depressão pós-parto, não deve ser confundida com o baby blues, que aparece nos três dias após o parto e desaparece no máximo em duas semanas.

Já a depressão pós-parto é mais longa e marcada por um estado clínico mais grave, como uma culpa intensa, sensação de incapacidade, cansaço extremo, etc.

Apenas a título de curiosidade, tais sintomas são comuns em pessoas submetidas a um tratamento para dependentes químicos, o que exige um acompanhamento de perto.

Para você entender melhor a depressão puerperal, vamos mostrar aqui o que é, os principais sintomas da depressão e quando procurar ajuda.

O que é depressão puerperal?

A depressão puerperal atinge cerca de 10% a 15% das mulheres e geralmente começa de 4 a 8 semanas após o parto.

Mais raramente, um caso entre 500 a 1000 nascimentos, a depressão é acompanhada de sintomas psicóticos, o que é bastante perigoso.

Apesar da depressão puerperal estar associada às mudanças hormonais derivadas da gravidez e parto, os riscos podem aumentar com o estresse e ansiedade.

Por isso, é importante estar atento aos sintomas, especialmente se estiverem presentes na maior parte do tempo nas duas primeiras semanas.

A seguir, confira os principais sinais da depressão pós-parto.

Quais os sintomas da depressão puerperal?

A depressão pós-parto se assemelha a outros tipos de depressão, embora alguns sintomas estejam mais associados a pensamentos negativos em relação ao bebê.

Portanto, os sintomas podem variar de mulher para mulher, mas os principais incluem:

  • Humor depressivo, por exemplo, se sentir triste, com sentimento de vazio;
  • Dificuldade em pegar no sono, mesmo quando o bebê está dormindo;
  • Desejo constante de chorar;
  • Oscilação de apetite;
  • Fadiga intensa ou perda de energia;
  • Esgotamento físico;
  • Isolamento;
  • Culpa excessiva sem razão aparente;
  • Uma sensação de uma mãe incapaz, com sentimento de fracasso;
  • Falta de interesse por ela ou em relação ao bebê, ou ao contrário, uma preocupação excessiva;
  • Medo de fazer mal ao bebê;
  • Ideias suicidas.

Da mesma forma que um paciente em uma clínica de recuperação deve ser avaliado constantemente, é essencial que as mães que apresentem sinais de depressão puerperal sejam acompanhadas por um profissional de saúde mental.

Quando buscar ajuda?

Muitas vezes, a falta de informação faz com que mães ou até mesmo seus familiares não busquem ajuda.

Isso também acontece em quem não procura por tratamento para alcoolismo, muito em razão de acreditar que não precisa ou que é possível superar sozinho.

Agora, quando a depressão puerperal é severa, é necessário consultar um médico o mais rápido possível, a fim de obter o tratamento adequado.

Dependendo da intensidade e dos sintomas, provavelmente o médico vai direcionar a paciente para um psicólogo ou psiquiatra.

Lembrando que, alguns antidepressivos passam pelo leite materno, e se a mãe quiser continuar amamentando, deverá consultar o médico para saber qual medicamento não fará mal ao bebê.

No entanto, independente da gravidade da depressão pós-parto, é importante que todos à volta estejam bem atentos e buscar ajuda profissional o quanto antes.

Logo, saiba que a maioria das mulheres sentem uma melhora significativa em alguns meses, desde que com um tratamento adequado, logo, é crucial contar com o suporte de um profissional.

O post Depressão Puerperal: O que é? foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



source https://gruponovorecomeco.com.br/2021/09/04/depressao-puerperal-o-que-e/

Usar drogas causa impotência?

Muitas pessoas não sabem que usar drogas causa impotência , principalmente porque algumas delas estimulam a libido e aumentam o desejo sexua...