terça-feira, 29 de março de 2022

Bipolaridade causada pela droga

Muitos se perguntam sobre bipolaridade causada pela droga, ou seja, um transtorno bipolar desencadeado pelo uso de substâncias ou álcool.

Em primeiro lugar, um transtorno bipolar é uma doença mental definida por alterações de humor extremas, que vão da depressão à mania, passando de uma para outra rapidamente e sem aviso prévio.

E qual seria a relação com o uso de drogas ou álcool?

Estudos mostram que as pessoas com bipolaridade são mais suscetíveis de se tornarem dependentes, e quando antes de der início ao tratamento para dependência química, melhores os resultados.

Portanto, para você entender como funciona todo esse processo, assim como os fatores de risco, vamos explicar tudo aqui!

Bipolaridade causada pela droga o que é?

Para explicar a bipolaridade causada pela droga, saiba que está fortemente ligada ao abuso de substâncias, sendo que essas condições são muitas vezes presentes simultâneamente.

Geralmente, as pessoas com transtorno bipolar utilizam as drogas ou álcool para se automedicar, em uma tentativa de se sentirem melhor.

A utilização das substâncias dessa maneira pode causar uma tolerância e uma dependência, já que doses crescentes da substância são necessárias para aliviar os sintomas bipolares.

Trata-se de um círculo vicioso, porque o desespero, a ansiedade, a depressão e o isolamento social são associados aos dois problemas.

Portanto, existem casos onde o consumo de drogas ou álcool faz aparecer os sintomas do transtorno bipolar.

O que é transtorno bipolar?

Como já foi dito, o transtorno bipolar caracteriza-se por alterações extremas de humor, que vão da mania à depressão.

Em uma fase maníaca, a energia elevada e os pensamentos rápidos podem conduzir a um comportamento de risco e um julgamento errado.

Os sintomas da bipolaridade causada pela droga não se limitam apenas ao humor, porque o transtorno afeta também o sono, o apetite, a memória e a autoestima.

Além disso, para algumas pessoas, a fase depressiva é mais evidente, enquanto que a mania pode ser mais sutil e difícil de reconhecer.

Quais drogas podem causar a bipolaridade?

Algumas drogas podem desencadear os sintomas da bipolaridade. Por exemplo, a cocaína pode provocar os sintomas da fase maníaca, porém, um consumo excessivo pode, às vezes, causar psicose seguida de uma grave depressão.

De outra parte, o álcool, a maconha e a heroína, que são depressores, podem imitar a fase depressiva do transtorno bipolar.

Às vezes, é difícil distinguir os sintomas do abuso de álcool ou drogas daqueles da bipolaridade.

O tratamento para alcoolismo ou de drogas leva mais tempo quando os dois problemas estão presentes, mas é essencial buscar ajuda o quanto antes.

Transtorno bipolar causado pela droga qual o tratamento?

Quando a dependência química e um transtorno mental, como o diagnóstico bipolar, acontecem ao mesmo tempo, falamos de doença concomitante.

O tratamento em uma clínica de recuperação é mais complexo para os profissionais, já que é difícil saber o que veio primeiro, se é a bipolaridade causada pela droga ou a droga que levou ao transtorno bipolar.

Vale destacar que ambos os problemas só melhoram com um tratamento de qualidade e adaptado, capaz de promover uma vida emocional mais estável.

Um tratamento eficaz compreende uma avaliação aprofundada dos desequilíbrios bioquímicos e carências nutricionais.

Uma alimentação apropriada combinada com vitaminas, minerais e aminoácidos ajudam a restabelecer um equilíbrio saudável.

Saiba que o restabelecimento bioquímico é um dos fatores chave do sucesso das intervenções psicoterápicas, que tratam e atenuam as duas doenças: a dependência e o transtorno bipolar.

O post Bipolaridade causada pela droga foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



source https://gruponovorecomeco.com.br/2022/03/29/bipolaridade-causada-pela-droga/

Bipolaridade causada pela droga

Muitos se perguntam sobre bipolaridade causada pela droga, ou seja, um transtorno bipolar desencadeado pelo uso de substâncias ou álcool.

Em primeiro lugar, um transtorno bipolar é uma doença mental definida por alterações de humor extremas, que vão da depressão à mania, passando de uma para outra rapidamente e sem aviso prévio.

E qual seria a relação com o uso de drogas ou álcool?

Estudos mostram que as pessoas com bipolaridade são mais suscetíveis de se tornarem dependentes, e quando antes de der início ao tratamento para dependência química, melhores os resultados.

Portanto, para você entender como funciona todo esse processo, assim como os fatores de risco, vamos explicar tudo aqui!

Bipolaridade causada pela droga o que é?

Para explicar a bipolaridade causada pela droga, saiba que está fortemente ligada ao abuso de substâncias, sendo que essas condições são muitas vezes presentes simultâneamente.

Geralmente, as pessoas com transtorno bipolar utilizam as drogas ou álcool para se automedicar, em uma tentativa de se sentirem melhor.

A utilização das substâncias dessa maneira pode causar uma tolerância e uma dependência, já que doses crescentes da substância são necessárias para aliviar os sintomas bipolares.

Trata-se de um círculo vicioso, porque o desespero, a ansiedade, a depressão e o isolamento social são associados aos dois problemas.

Portanto, existem casos onde o consumo de drogas ou álcool faz aparecer os sintomas do transtorno bipolar.

O que é transtorno bipolar?

Como já foi dito, o transtorno bipolar caracteriza-se por alterações extremas de humor, que vão da mania à depressão.

Em uma fase maníaca, a energia elevada e os pensamentos rápidos podem conduzir a um comportamento de risco e um julgamento errado.

Os sintomas da bipolaridade causada pela droga não se limitam apenas ao humor, porque o transtorno afeta também o sono, o apetite, a memória e a autoestima.

Além disso, para algumas pessoas, a fase depressiva é mais evidente, enquanto que a mania pode ser mais sutil e difícil de reconhecer.

Quais drogas podem causar a bipolaridade?

Algumas drogas podem desencadear os sintomas da bipolaridade. Por exemplo, a cocaína pode provocar os sintomas da fase maníaca, porém, um consumo excessivo pode, às vezes, causar psicose seguida de uma grave depressão.

De outra parte, o álcool, a maconha e a heroína, que são depressores, podem imitar a fase depressiva do transtorno bipolar.

Às vezes, é difícil distinguir os sintomas do abuso de álcool ou drogas daqueles da bipolaridade.

O tratamento para alcoolismo ou de drogas leva mais tempo quando os dois problemas estão presentes, mas é essencial buscar ajuda o quanto antes.

Transtorno bipolar causado pela droga qual o tratamento?

Quando a dependência química e um transtorno mental, como o diagnóstico bipolar, acontecem ao mesmo tempo, falamos de doença concomitante.

O tratamento em uma clínica de recuperação é mais complexo para os profissionais, já que é difícil saber o que veio primeiro, se é a bipolaridade causada pela droga ou a droga que levou ao transtorno bipolar.

Vale destacar que ambos os problemas só melhoram com um tratamento de qualidade e adaptado, capaz de promover uma vida emocional mais estável.

Um tratamento eficaz compreende uma avaliação aprofundada dos desequilíbrios bioquímicos e carências nutricionais.

Uma alimentação apropriada combinada com vitaminas, minerais e aminoácidos ajudam a restabelecer um equilíbrio saudável.

Saiba que o restabelecimento bioquímico é um dos fatores chave do sucesso das intervenções psicoterápicas, que tratam e atenuam as duas doenças: a dependência e o transtorno bipolar.

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terça-feira, 22 de março de 2022

Vício tem cura? Descubra como tratar!

Uma dúvida muito comum é se o vício tem cura, porém, por se tratar de um problema crônico, não tem cura, mas isso não significa que o vício não possa ser tratado, muito pelo contrário!

Tabaco, álcool, droga, jogo, sexo…Um vício é uma doença biológica, psicológica e social, que pode afetar todo mundo e estar relacionado a diversas substâncias ou comportamentos.

Quando o consumo é excessivo causa na pessoa dificuldades físicas, psicológicas, afetivas, familiares ou profissionais. Infelizmente, às vezes, pode demorar para quem está próximo se dar conta que ali existe uma dependência.

Além disso, existem casos onde não é possível largar o vício sozinho, o que torna necessário um tratamento para dependência química com profissionais habilitados.

Entenda, a seguir, a importância de buscar tratamento e como o vício é tratado!

Vício tem cura?

Quando a pergunta é se vício tem cura, a resposta é não, já que o usuário terá que tratar a dependência pelo resto de sua vida.

Ou seja, o tratamento é a longo prazo, que consiste em fazer com que a pessoa pare de usar uma determinada droga, álcool, ou qualquer outro tipo de vício, por exemplo, parar de jogar.

Enfim, não existe “receita mágica”, e o tratamento é sempre longo e, às vezes, com algumas recaídas.

Mas o sucesso é possível e depende essencialmente da motivação da pessoa a se curar, em seguida, na melhora de suas condições de vida e autoestima.

É necessário também encontrar um interesse na vida e se dedicar, e redescobrir que é uma pessoa útil e capaz.

Quais as causas dos vícios?

O mecanismo de origem do vício é aquele do sistema de recompensa, que é algo normal e presente em todos os animais.

O que é o sistema de recompensa? É um circuito do cérebro responsável pelas sensações de prazer sentidas após certas ações.

Presente no cérebro humano, e é graças a ele que nós repetimos voluntariamente os comportamentos indispensáveis à nossa sobrevivência, como comer, beber, etc.

Já nos problemas com adicções, esse mecanismo é afetado, tanto pelo uso de uma substância que aumenta a sensação de prazer, tanto por um mal funcionamento do cérebro, que não regula corretamente seu sistema de recompensa.

Na nossa sociedade, existe uma tendência para compensar o excesso: um cigarro após um evento estressante, uma dose de uísque após um dia de trabalho pesado ou ainda uma compra compulsiva.

Por exemplo, no caso do uso abusivo do álcool. A pessoa não tem qualquer controle para parar de beber, o que pode vir acompanhado de consequências médicas, psicológicas e sociais.

Nesse caso, a melhor solução é procurar um tratamento para alcoolismo, e isso funciona para qualquer outro tipo de vício.

Como tratar um vício?

A princípio, o principal objetivo do tratamento em uma clínica de recuperação é a redução dos riscos e danos ligados ao vício, como intoxicação aguda, overdose, comportamentos de risco, contaminações…

Para isso, o tratamento é obrigatoriamente multidisciplinar: uma combinação de um tratamento medicamentoso, uma abordagem psicológica individual e um acompanhamento familiar e social.

Sabendo que o vício não tem cura, é fundamental que o plano de prevenção de recaída seja integrado em toda a vida e em todos aspectos da recuperação do adicto!

 

O post Vício tem cura? Descubra como tratar! foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



source https://gruponovorecomeco.com.br/2022/03/22/vicio-tem-cura-descubra-como-tratar/

Vício tem cura? Descubra como tratar!

Uma dúvida muito comum é se o vício tem cura, porém, por se tratar de um problema crônico, não tem cura, mas isso não significa que o vício não possa ser tratado, muito pelo contrário!

Tabaco, álcool, droga, jogo, sexo…Um vício é uma doença biológica, psicológica e social, que pode afetar todo mundo e estar relacionado a diversas substâncias ou comportamentos.

Quando o consumo é excessivo causa na pessoa dificuldades físicas, psicológicas, afetivas, familiares ou profissionais. Infelizmente, às vezes, pode demorar para quem está próximo se dar conta que ali existe uma dependência.

Além disso, existem casos onde não é possível largar o vício sozinho, o que torna necessário um tratamento para dependência química com profissionais habilitados.

Entenda, a seguir, a importância de buscar tratamento e como o vício é tratado!

Vício tem cura?

Quando a pergunta é se vício tem cura, a resposta é não, já que o usuário terá que tratar a dependência pelo resto de sua vida.

Ou seja, o tratamento é a longo prazo, que consiste em fazer com que a pessoa pare de usar uma determinada droga, álcool, ou qualquer outro tipo de vício, por exemplo, parar de jogar.

Enfim, não existe “receita mágica”, e o tratamento é sempre longo e, às vezes, com algumas recaídas.

Mas o sucesso é possível e depende essencialmente da motivação da pessoa a se curar, em seguida, na melhora de suas condições de vida e autoestima.

É necessário também encontrar um interesse na vida e se dedicar, e redescobrir que é uma pessoa útil e capaz.

Quais as causas dos vícios?

O mecanismo de origem do vício é aquele do sistema de recompensa, que é algo normal e presente em todos os animais.

O que é o sistema de recompensa? É um circuito do cérebro responsável pelas sensações de prazer sentidas após certas ações.

Presente no cérebro humano, e é graças a ele que nós repetimos voluntariamente os comportamentos indispensáveis à nossa sobrevivência, como comer, beber, etc.

Já nos problemas com adicções, esse mecanismo é afetado, tanto pelo uso de uma substância que aumenta a sensação de prazer, tanto por um mal funcionamento do cérebro, que não regula corretamente seu sistema de recompensa.

Na nossa sociedade, existe uma tendência para compensar o excesso: um cigarro após um evento estressante, uma dose de uísque após um dia de trabalho pesado ou ainda uma compra compulsiva.

Por exemplo, no caso do uso abusivo do álcool. A pessoa não tem qualquer controle para parar de beber, o que pode vir acompanhado de consequências médicas, psicológicas e sociais.

Nesse caso, a melhor solução é procurar um tratamento para alcoolismo, e isso funciona para qualquer outro tipo de vício.

Como tratar um vício?

A princípio, o principal objetivo do tratamento em uma clínica de recuperação é a redução dos riscos e danos ligados ao vício, como intoxicação aguda, overdose, comportamentos de risco, contaminações…

Para isso, o tratamento é obrigatoriamente multidisciplinar: uma combinação de um tratamento medicamentoso, uma abordagem psicológica individual e um acompanhamento familiar e social.

Sabendo que o vício não tem cura, é fundamental que o plano de prevenção de recaída seja integrado em toda a vida e em todos aspectos da recuperação do adicto!

 

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quinta-feira, 10 de março de 2022

Transtorno de Ansiedade e Dependência: Qual a Relação?

O transtorno de ansiedade, às vezes, vem acompanhado de sintomas como problemas de sono, nervosismo e um desinteresse por atividades que a pessoa gostava de fazer.

Mas qual a relação com as drogas e álcool?

Muitas pessoas acabam usando drogas ou álcool como uma maneira de aliviar um pouco seus sintomas.

Infelizmente, o efeito é praticamente de curta duração, e as drogas e o álcool podem até agravar o problema, e para não chegar a esse ponto, a melhor solução é buscar por um tratamento para dependência química.

Para você entender melhor como ocorre esse mecanismo, vamos tirar todas as suas dúvidas aqui!

O que é transtorno de ansiedade?

Uma pessoa que sofre de transtorno de ansiedade sente uma ansiedade intensa sem ligação com um perigo ou ameaça real, que afeta seu funcionamento normal e suas atividades cotidianas.

A ansiedade é um fenômeno fisiológico natural: em resposta a um perigo ou a um estresse, o funcionamento do nosso corpo se modifica, e vem acompanhada de sintomas como:

  • Ritmo cardíaco acelerado;
  • Aumento da transpiração;
  • Problemas de sono;
  • Dificuldades para respirar.

Geralmente, esses sintomas desaparecem rapidamente.

Por outro lado, se esse transtorno não for tratado, pode levar ao alcoolismo, dependência de drogas e até tentativas de suicídio, além de outros problemas.

Qual a relação entre transtorno de ansiedade e dependência?

Em diversos casos, o abuso de substâncias e a dependência se desenvolvem quando as pessoas tentam aliviar a ansiedade com as drogas ou álcool, que parece ser a única maneira de fugir desses sentimentos.

Trata-se de uma solução temporária e potencialmente perigosa, porque se voltar para as drogas pode desencadear um transtorno de ansiedade, que é muito pior que o problema inicial.

Para outros, a dependência vem primeiro e causa um enorme estresse e uma grande ansiedade.

Seja qual for o caso, a dependência e a ansiedade podem se tornar um círculo vicioso, uma contribuindo para a gravidade da outra, onde o tratamento em uma clínica de recuperação é o melhor a ser feito.

Como tratar?

Os pesquisadores de dependência descobriram que não funciona tratar um problema sem tratar o outro.

O transtorno de ansiedade e a dependência devem ser tratados ao mesmo tempo, senão o tratamento para alcoolismo ou dependência química será ineficaz, o que aumenta consideravelmente o risco de recaída.

Infelizmente, muitas pessoas evitam o tratamento porque têm medo da ansiedade extrema, principalmente durante o período de abstinência.

No entanto, uma clínica de reabilitação é equipada para ajudar as pessoas a lidar com a ansiedade e outras dificuldades que podem surgir.

O tratamento da ansiedade consiste geralmente em terapias, como a terapia cognitivo-comportamental, que pode ajudar os pacientes a mudar os esquemas de pensamentos negativos.

No entanto, é fundamental que amigos e familiares entendam que a ansiedade afeta a química do cérebro, produzindo pensamentos negativos que geram mais ansiedade.

Ter esse conhecimento ajuda a compreender o que está acontecendo e como lidar com a pessoa, e esse apoio é crucial, pois à medida que ela se sente acolhida, se sente motivada a buscar tratamento!

O post Transtorno de Ansiedade e Dependência: Qual a Relação? foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



source https://gruponovorecomeco.com.br/2022/03/10/transtorno-de-ansiedade-e-dependencia-qual-a-relacao/

Transtorno de Ansiedade e Dependência: Qual a Relação?

O transtorno de ansiedade, às vezes, vem acompanhado de sintomas como problemas de sono, nervosismo e um desinteresse por atividades que a pessoa gostava de fazer.

Mas qual a relação com as drogas e álcool?

Muitas pessoas acabam usando drogas ou álcool como uma maneira de aliviar um pouco seus sintomas.

Infelizmente, o efeito é praticamente de curta duração, e as drogas e o álcool podem até agravar o problema, e para não chegar a esse ponto, a melhor solução é buscar por um tratamento para dependência química.

Para você entender melhor como ocorre esse mecanismo, vamos tirar todas as suas dúvidas aqui!

O que é transtorno de ansiedade?

Uma pessoa que sofre de transtorno de ansiedade sente uma ansiedade intensa sem ligação com um perigo ou ameaça real, que afeta seu funcionamento normal e suas atividades cotidianas.

A ansiedade é um fenômeno fisiológico natural: em resposta a um perigo ou a um estresse, o funcionamento do nosso corpo se modifica, e vem acompanhada de sintomas como:

  • Ritmo cardíaco acelerado;
  • Aumento da transpiração;
  • Problemas de sono;
  • Dificuldades para respirar.

Geralmente, esses sintomas desaparecem rapidamente.

Por outro lado, se esse transtorno não for tratado, pode levar ao alcoolismo, dependência de drogas e até tentativas de suicídio, além de outros problemas.

Qual a relação entre transtorno de ansiedade e dependência?

Em diversos casos, o abuso de substâncias e a dependência se desenvolvem quando as pessoas tentam aliviar a ansiedade com as drogas ou álcool, que parece ser a única maneira de fugir desses sentimentos.

Trata-se de uma solução temporária e potencialmente perigosa, porque se voltar para as drogas pode desencadear um transtorno de ansiedade, que é muito pior que o problema inicial.

Para outros, a dependência vem primeiro e causa um enorme estresse e uma grande ansiedade.

Seja qual for o caso, a dependência e a ansiedade podem se tornar um círculo vicioso, uma contribuindo para a gravidade da outra, onde o tratamento em uma clínica de recuperação é o melhor a ser feito.

Como tratar?

Os pesquisadores de dependência descobriram que não funciona tratar um problema sem tratar o outro.

O transtorno de ansiedade e a dependência devem ser tratados ao mesmo tempo, senão o tratamento para alcoolismo ou dependência química será ineficaz, o que aumenta consideravelmente o risco de recaída.

Infelizmente, muitas pessoas evitam o tratamento porque têm medo da ansiedade extrema, principalmente durante o período de abstinência.

No entanto, uma clínica de reabilitação é equipada para ajudar as pessoas a lidar com a ansiedade e outras dificuldades que podem surgir.

O tratamento da ansiedade consiste geralmente em terapias, como a terapia cognitivo-comportamental, que pode ajudar os pacientes a mudar os esquemas de pensamentos negativos.

No entanto, é fundamental que amigos e familiares entendam que a ansiedade afeta a química do cérebro, produzindo pensamentos negativos que geram mais ansiedade.

Ter esse conhecimento ajuda a compreender o que está acontecendo e como lidar com a pessoa, e esse apoio é crucial, pois à medida que ela se sente acolhida, se sente motivada a buscar tratamento!

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sexta-feira, 4 de março de 2022

Quais os efeitos do ecstasy? Saiba aqui!

Mesmo usado cada vez mais em festas e baladas, as pessoas ainda desconhecem os efeitos do ecstasy no corpo, e por consequência, na saúde.

Também chamada de “droga do amor”, os efeitos aparecem rapidamente, aproximadamente meia hora após o consumo, e duram entre 2 a 4 horas.

Embora a dependência seja rara, o problema é quando o ecstasy é combinado com o álcool, e se o consumo impactar a vida pessoal e profissional do usuário, a melhor solução é o tratamento para alcoolismo.

Se todos soubessem as consequências negativas do ecstasy, provavelmente tentariam reduzir o consumo.

Por isso, nesse artigo, vamos explicar como o ecstasy pode afetar a vida da pessoa, e quais os riscos do uso abusivo dessa droga!

O que é ecstasy?

Antes de saber quais os efeitos do ecstasy, é importante entender mais sobre essa droga.

O nome químico do ecstasy é metilenodioximetanfetamina, cuja abreviação é MDMA. A composição química e os efeitos do MDMA são semelhantes àqueles dos estimulantes e alucinógenos. 

O ecstasy influencia a química do cérebro, liberando uma quantidade elevada de serotonina, que é uma substância presente no cérebro que, entre outros, tem um papel importante na regulação do humor, da energia e do apetite.

É essencial ficar atento aos sinais, especialmente no caso de uso conjunto de outras substâncias, e a boa notícia é que recorrer a uma clínica de recuperação é a melhor solução para evitar danos maiores à saúde.

Geralmente, os comprimidos são vendidos em tamanhos e cores diferentes, e com a aparência de uma bala, sendo fabricados em laboratórios ilegais, e contêm drogas desconhecidas.

Quais os efeitos do ecstasy?

Para você entender melhor os efeitos do ecstasy, saiba que tais efeitos dependem de muitos fatores, como:

  • A idade e o peso da pessoa;
  • A quantidade absorvida e a frequência de uso;
  • O tempo de uso;
  • O meio ambiente;
  • Estado médico ou mental;
  • O consumo simultâneo com álcool ou outras drogas.

Em doses baixas ou moderadas, o ecstasy pode produzir sensações de prazer e bem-estar. A pessoa se sente mais sociável e mais próxima dos outros.

Assim como todos os estimulantes, a droga proporciona ao usuário a impressão de mais confiança e energia.

No entanto, mesmo em pequenas quantidades, o ecstasy pode ter efeitos negativos importantes. 

Agora, quanto maior a quantidade, os efeitos negativos são potencializados sem entretanto aumentar os efeitos desejado, que podem ser:

  • Sudorese;
  • Aumento da pressão arterial ou ritmo cardíaco;
  • Dores no maxilar;
  • Ansiedade ou crises de pânico;
  • Visão dupla;
  • Náuseas;
  • Vômitos;
  • Convulsões.

Depois que os efeitos iniciais desaparecem, os usuários têm mais chance de sentir confusão, paranóia, depressão, irritabilidade, insônia ou problemas de memória.

Exatamente para evitar essas consequências que mostra a importância de buscar tratamento para dependência química o quanto antes.

Quais os riscos do uso do ecstasy?

Embora algumas pessoas considerem o ecstasy como uma droga relativamente inofensiva,  saiba que muitas mortes estão associadas ao seu uso.

É claro que, assim como outras drogas, os riscos aumentam em função da quantidade absorvida e da frequência de uso.

A desidratação, o aumento da temperatura do corpo, da pressão sanguínea e ritmo cardíaco são as principais causas das mortes entre jovens.

E se a pessoa já tiver algum problema pré-existente ou usar outras drogas, esse risco aumenta ainda mais.

Por isso, o ideal é que todos os usuários buscassem ajuda profissional para se livrar do vício em ecstasy!

O post Quais os efeitos do ecstasy? Saiba aqui! foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



source https://gruponovorecomeco.com.br/2022/03/04/quais-os-efeitos-do-ecstasy-saiba-aqui/

Quais os efeitos do ecstasy? Saiba aqui!

Mesmo usado cada vez mais em festas e baladas, as pessoas ainda desconhecem os efeitos do ecstasy no corpo, e por consequência, na saúde.

Também chamada de “droga do amor”, os efeitos aparecem rapidamente, aproximadamente meia hora após o consumo, e duram entre 2 a 4 horas.

Embora a dependência seja rara, o problema é quando o ecstasy é combinado com o álcool, e se o consumo impactar a vida pessoal e profissional do usuário, a melhor solução é o tratamento para alcoolismo.

Se todos soubessem as consequências negativas do ecstasy, provavelmente tentariam reduzir o consumo.

Por isso, nesse artigo, vamos explicar como o ecstasy pode afetar a vida da pessoa, e quais os riscos do uso abusivo dessa droga!

O que é ecstasy?

Antes de saber quais os efeitos do ecstasy, é importante entender mais sobre essa droga.

O nome químico do ecstasy é metilenodioximetanfetamina, cuja abreviação é MDMA. A composição química e os efeitos do MDMA são semelhantes àqueles dos estimulantes e alucinógenos. 

O ecstasy influencia a química do cérebro, liberando uma quantidade elevada de serotonina, que é uma substância presente no cérebro que, entre outros, tem um papel importante na regulação do humor, da energia e do apetite.

É essencial ficar atento aos sinais, especialmente no caso de uso conjunto de outras substâncias, e a boa notícia é que recorrer a uma clínica de recuperação é a melhor solução para evitar danos maiores à saúde.

Geralmente, os comprimidos são vendidos em tamanhos e cores diferentes, e com a aparência de uma bala, sendo fabricados em laboratórios ilegais, e contêm drogas desconhecidas.

Quais os efeitos do ecstasy?

Para você entender melhor os efeitos do ecstasy, saiba que tais efeitos dependem de muitos fatores, como:

  • A idade e o peso da pessoa;
  • A quantidade absorvida e a frequência de uso;
  • O tempo de uso;
  • O meio ambiente;
  • Estado médico ou mental;
  • O consumo simultâneo com álcool ou outras drogas.

Em doses baixas ou moderadas, o ecstasy pode produzir sensações de prazer e bem-estar. A pessoa se sente mais sociável e mais próxima dos outros.

Assim como todos os estimulantes, a droga proporciona ao usuário a impressão de mais confiança e energia.

No entanto, mesmo em pequenas quantidades, o ecstasy pode ter efeitos negativos importantes. 

Agora, quanto maior a quantidade, os efeitos negativos são potencializados sem entretanto aumentar os efeitos desejado, que podem ser:

  • Sudorese;
  • Aumento da pressão arterial ou ritmo cardíaco;
  • Dores no maxilar;
  • Ansiedade ou crises de pânico;
  • Visão dupla;
  • Náuseas;
  • Vômitos;
  • Convulsões.

Depois que os efeitos iniciais desaparecem, os usuários têm mais chance de sentir confusão, paranóia, depressão, irritabilidade, insônia ou problemas de memória.

Exatamente para evitar essas consequências que mostra a importância de buscar tratamento para dependência química o quanto antes.

Quais os riscos do uso do ecstasy?

Embora algumas pessoas considerem o ecstasy como uma droga relativamente inofensiva,  saiba que muitas mortes estão associadas ao seu uso.

É claro que, assim como outras drogas, os riscos aumentam em função da quantidade absorvida e da frequência de uso.

A desidratação, o aumento da temperatura do corpo, da pressão sanguínea e ritmo cardíaco são as principais causas das mortes entre jovens.

E se a pessoa já tiver algum problema pré-existente ou usar outras drogas, esse risco aumenta ainda mais.

Por isso, o ideal é que todos os usuários buscassem ajuda profissional para se livrar do vício em ecstasy!

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terça-feira, 1 de março de 2022

Quais os problemas sociais que a droga provoca?

Abordar quais os problemas sociais que a droga provoca é um assunto um tanto complexo, pois envolve uma série de fatores, como a personalidade de cada pessoa, o tipo de droga, o tempo de uso…

Na verdade, com o crescente aumento de usuários de drogas, isso se tornou um problema social, que merece uma atenção especial das autoridades públicas.

É normal você ouvir notícias sobre pessoas que se envolvem em assaltos e crimes por ser a única maneira de alimentar seus vícios, e sem falar no tráfico de drogas.

Paralelamente, não são todos que têm acesso à clínica de recuperação, o que agrava a situação.

Entenda, a seguir, as consequências sociais provocadas pelo uso de drogas, e quais as alternativas para minimizar esses problemas.

O que leva uma pessoa a usar drogas?

Antes de entender quais os problemas sociais que a droga provoca, vale a pena ter uma visão geral sobre os motivos pelos quais uma pessoa começa a se drogar.

O principal objetivo é encontrar prazer e bem-estar, assim como para fugir de um problema ou aliviar uma dor.

Às vezes, até situações de pobreza fazem com que as pessoas recorram às drogas, e por isso, vemos tantos casos em classes menos favorecidas, sem acesso aos cuidados básicos, educação, etc.

Além da pobreza, outros fatores como abuso e violência dos pais, também podem servir de gatilho, onde a droga seria como uma espécie de refúgio.

Infelizmente, a própria sociedade continua associando os drogados à marginalidade e falta de caráter, e já está provado que dependência é uma doença, e enquanto tal, necessita de tratamento para dependência química.

Quais os problemas sociais que a droga provoca?

Antes de mais nada, não são todas as famílias que têm acesso às informações sobre drogas, e quando se dão conta, a dependência já está instalada e mais complicada de ser tratada, mas não impossível.

Quando se trata sobre quais os problemas sociais que a droga provoca, seus efeitos são em todas as esferas da vida da pessoa: relação com a família e amigos, na escola, no trabalho.

Dessa forma, a dependência acaba impactando todo o meio social no qual o usuário está inserido.

Por isso, é essencial que todos à sua volta estejam atentos a mudanças de comportamentos e hábitos, por exemplo, se for o álcool, ao iniciar um tratamento para alcoolismo o quanto  antes, mais cedo a pessoa poderá voltar a ter a sua vida.

O que fazer para diminuir as consequências sociais das drogas?

Quando se tem uma noção clara sobre quais os problemas sociais que a droga provoca,  talvez seja um desafio encontrar uma solução.

No Brasil, assim como em outros países, o aumento da criminalidade tem uma relação direta com o aumento do número de usuários de drogas, pois a única maneira de alimentar seu vício é cometendo crimes e assaltos.

Daí a importância de campanhas em escolas e mídias de comunicação para conscientizar os malefícios das drogas, sendo uma estratégia que pode ajudar muito a reduzir o avanço de drogas.

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Quais os problemas sociais que a droga provoca?

Abordar quais os problemas sociais que a droga provoca é um assunto um tanto complexo, pois envolve uma série de fatores, como a personalidade de cada pessoa, o tipo de droga, o tempo de uso…

Na verdade, com o crescente aumento de usuários de drogas, isso se tornou um problema social, que merece uma atenção especial das autoridades públicas.

É normal você ouvir notícias sobre pessoas que se envolvem em assaltos e crimes por ser a única maneira de alimentar seus vícios, e sem falar no tráfico de drogas.

Paralelamente, não são todos que têm acesso à clínica de recuperação, o que agrava a situação.

Entenda, a seguir, as consequências sociais provocadas pelo uso de drogas, e quais as alternativas para minimizar esses problemas.

O que leva uma pessoa a usar drogas?

Antes de entender quais os problemas sociais que a droga provoca, vale a pena ter uma visão geral sobre os motivos pelos quais uma pessoa começa a se drogar.

O principal objetivo é encontrar prazer e bem-estar, assim como para fugir de um problema ou aliviar uma dor.

Às vezes, até situações de pobreza fazem com que as pessoas recorram às drogas, e por isso, vemos tantos casos em classes menos favorecidas, sem acesso aos cuidados básicos, educação, etc.

Além da pobreza, outros fatores como abuso e violência dos pais, também podem servir de gatilho, onde a droga seria como uma espécie de refúgio.

Infelizmente, a própria sociedade continua associando os drogados à marginalidade e falta de caráter, e já está provado que dependência é uma doença, e enquanto tal, necessita de tratamento para dependência química.

Quais os problemas sociais que a droga provoca?

Antes de mais nada, não são todas as famílias que têm acesso às informações sobre drogas, e quando se dão conta, a dependência já está instalada e mais complicada de ser tratada, mas não impossível.

Quando se trata sobre quais os problemas sociais que a droga provoca, seus efeitos são em todas as esferas da vida da pessoa: relação com a família e amigos, na escola, no trabalho.

Dessa forma, a dependência acaba impactando todo o meio social no qual o usuário está inserido.

Por isso, é essencial que todos à sua volta estejam atentos a mudanças de comportamentos e hábitos, por exemplo, se for o álcool, ao iniciar um tratamento para alcoolismo o quanto  antes, mais cedo a pessoa poderá voltar a ter a sua vida.

O que fazer para diminuir as consequências sociais das drogas?

Quando se tem uma noção clara sobre quais os problemas sociais que a droga provoca,  talvez seja um desafio encontrar uma solução.

No Brasil, assim como em outros países, o aumento da criminalidade tem uma relação direta com o aumento do número de usuários de drogas, pois a única maneira de alimentar seu vício é cometendo crimes e assaltos.

Daí a importância de campanhas em escolas e mídias de comunicação para conscientizar os malefícios das drogas, sendo uma estratégia que pode ajudar muito a reduzir o avanço de drogas.

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