quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Internação Para Drogados: Quando é Necessária?

Infelizmente, ainda existe um certo tabu quando o assunto é internação para drogados, além de muita resistência por parte dos familiares.

O problema está no grau da dependência, e quando chega ao ponto de prejudicar a saúde do próprio usuário e daqueles que estão à sua volta, é então necessária a internação em uma clínica de recuperação.

Vale ressaltar que existem três tipos de internação para dependentes químicos, inclusive contra a sua vontade.

Se você conhece alguém que precisa de ajuda para se livrar do vício e não entende muito bem como funciona o processo de internação, vamos explicar aqui tudo em detalhes?

Internação para drogados quais os tipos?

Muitas pessoas não sabem, mas existem três tipos de internação para drogados, e todos regulamentados por lei. E quais são eles?

1.Internação voluntária

Como o próprio nome já sugere, o próprio usuário procura a internação, e normalmente isso ocorre porque tomou consciência que é um dependente e precisa de ajuda.

Além disso, um médico devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina deve emitir um laudo autorizando a hospitalização.

Já quanto à alta, pode ser prescrita pelo médico ou até por pedido do próprio paciente.

2.Internação involuntária

Nesse caso, a internação para tratamento de dependência química é feita sem o consentimento do usuário, e sim solicitada por uma terceira pessoa, geralmente um familiar.

Por exemplo, se um pai perceber que seu filho está correndo algum risco ou mesmo colocando em risco a vida de outras pessoas, ele pode recorrer a uma internação para drogados involuntária.

Também precisa de autorização médica e o Ministério Público Estadual deve ser notificado.

Em relação à alta, pode ser por solicitação médica ou do responsável legal.

3.Internação compulsória

Por fim, a internação compulsória, que só pode ser feita por meio de ordem judicial.

Geralmente é solicitada quando o usuário não tem nenhum familiar responsável e deve ser baseada em laudos médicos.

Essa é uma situação que foi vista em São Paulo, onde usuários de crack foram levados para clínicas de reabilitação, uma vez que suas vidas estavam em risco, além de outras pessoas.

A alta também só pode acontecer sob determinação judicial.

Quando é necessária a internação para dependentes químicos?

Antes de mais nada, saiba que nem todos os dependentes químicos necessitam de internação, e muitas vezes, o tratamento para alcoolismo apresenta ótimos resultados.

No entanto, existem casos onde os usuários perdem totalmente o controle, e para garantir a sua segurança e dos seus familiares, uma internação para drogados é necessária.

Veja algumas situações que indicam a necessidade de uma internação:

  • Agressividade fora do habitual;
  • Usa todos os recursos financeiros para comprar a droga ou até rouba;
  • Deixa de cuidar da própria higiene pessoal;
  • Começa a mentir;
  • Fica vários dias longe de casa;
  • Falta aos seus compromissos.

É importante ficar muito atento aos sinais de uma dependência química, em particular, os familiares e amigos.

Muitas vezes, o dependente recusa o tratamento ou não tem consciência de que precisa de um, logo, cabe quem está à sua volta, dar todo o suporte necessário!

O post Internação Para Drogados: Quando é Necessária? foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



source https://gruponovorecomeco.com.br/2021/12/29/internacao-para-drogados-quando-e-necessaria/

Internação Para Drogados: Quando é Necessária?

Infelizmente, ainda existe um certo tabu quando o assunto é internação para drogados, além de muita resistência por parte dos familiares.

O problema está no grau da dependência, e quando chega ao ponto de prejudicar a saúde do próprio usuário e daqueles que estão à sua volta, é então necessária a internação em uma clínica de recuperação.

Vale ressaltar que existem três tipos de internação para dependentes químicos, inclusive contra a sua vontade.

Se você conhece alguém que precisa de ajuda para se livrar do vício e não entende muito bem como funciona o processo de internação, vamos explicar aqui tudo em detalhes?

Internação para drogados quais os tipos?

Muitas pessoas não sabem, mas existem três tipos de internação para drogados, e todos regulamentados por lei. E quais são eles?

1.Internação voluntária

Como o próprio nome já sugere, o próprio usuário procura a internação, e normalmente isso ocorre porque tomou consciência que é um dependente e precisa de ajuda.

Além disso, um médico devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina deve emitir um laudo autorizando a hospitalização.

Já quanto à alta, pode ser prescrita pelo médico ou até por pedido do próprio paciente.

2.Internação involuntária

Nesse caso, a internação para tratamento de dependência química é feita sem o consentimento do usuário, e sim solicitada por uma terceira pessoa, geralmente um familiar.

Por exemplo, se um pai perceber que seu filho está correndo algum risco ou mesmo colocando em risco a vida de outras pessoas, ele pode recorrer a uma internação para drogados involuntária.

Também precisa de autorização médica e o Ministério Público Estadual deve ser notificado.

Em relação à alta, pode ser por solicitação médica ou do responsável legal.

3.Internação compulsória

Por fim, a internação compulsória, que só pode ser feita por meio de ordem judicial.

Geralmente é solicitada quando o usuário não tem nenhum familiar responsável e deve ser baseada em laudos médicos.

Essa é uma situação que foi vista em São Paulo, onde usuários de crack foram levados para clínicas de reabilitação, uma vez que suas vidas estavam em risco, além de outras pessoas.

A alta também só pode acontecer sob determinação judicial.

Quando é necessária a internação para dependentes químicos?

Antes de mais nada, saiba que nem todos os dependentes químicos necessitam de internação, e muitas vezes, o tratamento para alcoolismo apresenta ótimos resultados.

No entanto, existem casos onde os usuários perdem totalmente o controle, e para garantir a sua segurança e dos seus familiares, uma internação para drogados é necessária.

Veja algumas situações que indicam a necessidade de uma internação:

  • Agressividade fora do habitual;
  • Usa todos os recursos financeiros para comprar a droga ou até rouba;
  • Deixa de cuidar da própria higiene pessoal;
  • Começa a mentir;
  • Fica vários dias longe de casa;
  • Falta aos seus compromissos.

É importante ficar muito atento aos sinais de uma dependência química, em particular, os familiares e amigos.

Muitas vezes, o dependente recusa o tratamento ou não tem consciência de que precisa de um, logo, cabe quem está à sua volta, dar todo o suporte necessário!

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terça-feira, 21 de dezembro de 2021

Como Parar de Usar Crack: Quais os Tratamentos?

Por ser uma droga que causa uma dependência muito rápida, pode ser um grande desafio pensar em uma maneira de como parar usar crack.

A rapidez dos efeitos e as manifestações depressivas que se seguem conduzem ao uso compulsivo da droga que gera então uma dependência física e psíquica.

Talvez por isso seja tão difícil largar o vício, sendo muitas vezes necessário recorrer a uma clínica de recuperação, até mesmo para proteger a vida do usuário.

Portanto, se você conhece alguém dependente de crack, confira aqui algumas estratégias que podem ajudar a parar de usar o crack.

Como parar de usar crack por que as pessoas precisam de ajuda?

Algumas pessoas ainda pensam que tem como parar de usar crack por conta própria, no entanto, é muito difícil largar o vício sem ajuda.

É uma droga com efeitos muito mais fortes que a cocaína, o que a torna altamente viciante, às vezes, mesmo após o primeiro uso.

Tais efeitos variam de acordo com o usuário, o contexto de consumo, a quantidade e a qualidade do crack.

Por se tratar de uma droga estimulante, provoca uma sensação de prazer intenso em apenas alguns segundos.

No entanto, esses efeitos duram de 5 a 10 minutos, aumentando assim o risco de dependência, e é exatamente por isso que as pessoas precisam de ajuda e de tratamento para dependência química do crack.

Lembrando que dificilmente o usuário consegue lidar com tudo isso sozinho, onde o tratamento não só contribui para a saúde do usuáro, mas também para todos aqueles à sua volta.

Por que parar de usar crack?

Para entender melhor a importância do tratamento de como parar usar crack, vale a pena saber que o crack é uma das drogas mais perigosas para a saúde, não somente por causar dependência, mas também por seus efeitos secundários.

Confira, a seguir, quais são esses efeitos:

  • Complicações respiratórias em razão da inalação, como tosse, dores torácicas, embolia;
  • Infarto;
  • Epilepsia e o risco de AVC;
  • Alucinações;
  • Agitação;
  • Depressão;
  • Risco de morte.

Da mesma maneira que um dependente de álcool, mas guardando as devidas proporções, o usuário de crack só pensa em consumir mais e mais, ao ponto de se esquecer de comer, beber ou dormir.

Como parar de usar crack quais os tratamentos?

Assim como um usuário de álcool precisa de um tratamento para alcoolismo, o usuário de crack necessita de uma intervenção muito mais urgente, preferencialmente de um profissional capacitado.

E quais os tratamentos de como parar usar crack?

Além de medicamentos e psicoterapia, a hospitalização é normalmente proposta para ajudar o usuário a lidar com a abstinência e tratar eventuais problemas de saúde.

Tratamentos complementares também ajudam bastante, como prática de exercícios físicos e uma alimentação equilibrada, pois promovem bem-estar, e assim, as pessoas tiram o foco da droga.

Agora que você já sabe que o crack é uma droga muito perigosa que impacta a saúde e com sérias consequências psiquiátricas, é essencial ajudar os usuários a reduzir os riscos ligados ao consumo, mas também acompanhá-los durante a abstinência.

Por isso, um acompanhamento médico e psicológico é crucial!

O post Como Parar de Usar Crack: Quais os Tratamentos? foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



source https://gruponovorecomeco.com.br/2021/12/21/como-parar-de-usar-crack-quais-os-tratamentos/

Como Parar de Usar Crack: Quais os Tratamentos?

Por ser uma droga que causa uma dependência muito rápida, pode ser um grande desafio pensar em uma maneira de como parar usar crack.

A rapidez dos efeitos e as manifestações depressivas que se seguem conduzem ao uso compulsivo da droga que gera então uma dependência física e psíquica.

Talvez por isso seja tão difícil largar o vício, sendo muitas vezes necessário recorrer a uma clínica de recuperação, até mesmo para proteger a vida do usuário.

Portanto, se você conhece alguém dependente de crack, confira aqui algumas estratégias que podem ajudar a parar de usar o crack.

Como parar de usar crack por que as pessoas precisam de ajuda?

Algumas pessoas ainda pensam que tem como parar de usar crack por conta própria, no entanto, é muito difícil largar o vício sem ajuda.

É uma droga com efeitos muito mais fortes que a cocaína, o que a torna altamente viciante, às vezes, mesmo após o primeiro uso.

Tais efeitos variam de acordo com o usuário, o contexto de consumo, a quantidade e a qualidade do crack.

Por se tratar de uma droga estimulante, provoca uma sensação de prazer intenso em apenas alguns segundos.

No entanto, esses efeitos duram de 5 a 10 minutos, aumentando assim o risco de dependência, e é exatamente por isso que as pessoas precisam de ajuda e de tratamento para dependência química do crack.

Lembrando que dificilmente o usuário consegue lidar com tudo isso sozinho, onde o tratamento não só contribui para a saúde do usuáro, mas também para todos aqueles à sua volta.

Por que parar de usar crack?

Para entender melhor a importância do tratamento de como parar usar crack, vale a pena saber que o crack é uma das drogas mais perigosas para a saúde, não somente por causar dependência, mas também por seus efeitos secundários.

Confira, a seguir, quais são esses efeitos:

  • Complicações respiratórias em razão da inalação, como tosse, dores torácicas, embolia;
  • Infarto;
  • Epilepsia e o risco de AVC;
  • Alucinações;
  • Agitação;
  • Depressão;
  • Risco de morte.

Da mesma maneira que um dependente de álcool, mas guardando as devidas proporções, o usuário de crack só pensa em consumir mais e mais, ao ponto de se esquecer de comer, beber ou dormir.

Como parar de usar crack quais os tratamentos?

Assim como um usuário de álcool precisa de um tratamento para alcoolismo, o usuário de crack necessita de uma intervenção muito mais urgente, preferencialmente de um profissional capacitado.

E quais os tratamentos de como parar usar crack?

Além de medicamentos e psicoterapia, a hospitalização é normalmente proposta para ajudar o usuário a lidar com a abstinência e tratar eventuais problemas de saúde.

Tratamentos complementares também ajudam bastante, como prática de exercícios físicos e uma alimentação equilibrada, pois promovem bem-estar, e assim, as pessoas tiram o foco da droga.

Agora que você já sabe que o crack é uma droga muito perigosa que impacta a saúde e com sérias consequências psiquiátricas, é essencial ajudar os usuários a reduzir os riscos ligados ao consumo, mas também acompanhá-los durante a abstinência.

Por isso, um acompanhamento médico e psicológico é crucial!

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segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

Crise de Ansiedade o Que Fazer?

Antes de saber sobre crise de ansiedade o que fazer, é importante entender o que é crise de ansiedade.

Uma crise de ansiedade se traduz por um sentimento generalizado de inquietação, preocupação e medo intenso, sem um motivo aparente.

O transtorno de ansiedade impacta muito a vida da pessoa, que pode se isolar ou desenvolver outros problemas, como a depressão.

Durante uma crise de ansiedade, a pessoa pode apresentar os seguintes sintomas:

  • Dificuldade para dormir;
  • Dores musculares;
  • Palpitações;
  • Dor no peito;
  • Tremores;
  • Suores;
  • Dor de cabeça;
  • Vertigens;
  • Problemas de concentração;
  • Sensação de sufocamento.

É normal que pacientes em tratamento para dependência química apresentarem esses sintomas durante o período de abstinência.

Quais as causas de crise de ansiedade?

A ansiedade pode ser provocada por situações de estresse, e pode desaparecer quando o estresse passar.

Quando ela persiste, falamos de transtorno de ansiedade, cujas principais causas são:

  • Fatores ambientais;
  • Predisposição genética;
  • Traumas;
  • Depressão;
  • Doenças físicas.

Além dessas causas, muitas vezes, pacientes em clínica de recuperação podem apresentar crises de ansiedade, o que requer uma abordagem mais direcionada.

Crise de ansiedade o que fazer?

Geralmente, em razão dos sintomas físicos, a primeira ideia que se pensa durante uma crise de ansiedade o que fazer é procurar um atendimento de emergência.

Isso porque, a pessoa tem a sensação de estar tendo um ataque cardíaco e que vai morrer.

E após realizar os exames, é constatado que não existe nenhum problema físico, portanto, se trata de uma crise de ansiedade.

No caso de uma ansiedade leve, exercícios de relaxamento, meditação e yoga normalmente funcionam.

No entanto, em casos mais graves, talvez seja necessário o uso de ansiolíticos e psicoterapia.

Esses medicamentos têm um efeito rápido e diminuem os efeitos emocionais e físicos, porém, é preciso ter cuidado, pois podem criar uma dependência.

Quando procurar ajuda?

Agora que você entendeu tudo sobre crise de ansiedade o que fazer, qual é a hora de buscar ajuda?

Se as crises forem recorrentes e afetarem seu bem-estar físico e mental, é necessário buscar ajuda profissional, uma vez que pode se tratar de um transtorno de ansiedade.

Portanto, se você sentir um medo constante, sem um motivo real e que aparece de modo inesperado, é um dos primeiros sinais de alerta.

É importante o acompanhamento médico, não apenas para diagnosticar o problema, mas também para traçar o tratamento mais adequado.

O post Crise de Ansiedade o Que Fazer? foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



source https://gruponovorecomeco.com.br/2021/12/13/crise-de-ansiedade-o-que-fazer/

Crise de Ansiedade o Que Fazer?

Antes de saber sobre crise de ansiedade o que fazer, é importante entender o que é crise de ansiedade.

Uma crise de ansiedade se traduz por um sentimento generalizado de inquietação, preocupação e medo intenso, sem um motivo aparente.

O transtorno de ansiedade impacta muito a vida da pessoa, que pode se isolar ou desenvolver outros problemas, como a depressão.

Durante uma crise de ansiedade, a pessoa pode apresentar os seguintes sintomas:

  • Dificuldade para dormir;
  • Dores musculares;
  • Palpitações;
  • Dor no peito;
  • Tremores;
  • Suores;
  • Dor de cabeça;
  • Vertigens;
  • Problemas de concentração;
  • Sensação de sufocamento.

É normal que pacientes em tratamento para dependência química apresentarem esses sintomas durante o período de abstinência.

Quais as causas de crise de ansiedade?

A ansiedade pode ser provocada por situações de estresse, e pode desaparecer quando o estresse passar.

Quando ela persiste, falamos de transtorno de ansiedade, cujas principais causas são:

  • Fatores ambientais;
  • Predisposição genética;
  • Traumas;
  • Depressão;
  • Doenças físicas.

Além dessas causas, muitas vezes, pacientes em clínica de recuperação podem apresentar crises de ansiedade, o que requer uma abordagem mais direcionada.

Crise de ansiedade o que fazer?

Geralmente, em razão dos sintomas físicos, a primeira ideia que se pensa durante uma crise de ansiedade o que fazer é procurar um atendimento de emergência.

Isso porque, a pessoa tem a sensação de estar tendo um ataque cardíaco e que vai morrer.

E após realizar os exames, é constatado que não existe nenhum problema físico, portanto, se trata de uma crise de ansiedade.

No caso de uma ansiedade leve, exercícios de relaxamento, meditação e yoga normalmente funcionam.

No entanto, em casos mais graves, talvez seja necessário o uso de ansiolíticos e psicoterapia.

Esses medicamentos têm um efeito rápido e diminuem os efeitos emocionais e físicos, porém, é preciso ter cuidado, pois podem criar uma dependência.

Quando procurar ajuda?

Agora que você entendeu tudo sobre crise de ansiedade o que fazer, qual é a hora de buscar ajuda?

Se as crises forem recorrentes e afetarem seu bem-estar físico e mental, é necessário buscar ajuda profissional, uma vez que pode se tratar de um transtorno de ansiedade.

Portanto, se você sentir um medo constante, sem um motivo real e que aparece de modo inesperado, é um dos primeiros sinais de alerta.

É importante o acompanhamento médico, não apenas para diagnosticar o problema, mas também para traçar o tratamento mais adequado.

O post Crise de Ansiedade o Que Fazer? foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



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terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Síndrome do Pânico o Que é?

Falamos de síndrome do pânico quando uma pessoa sofre episódios de crises de ansiedade aguda (ou ataques de pânico), que se repetem durante um mês ou mais.

Tais crises acontecem de forma espontânea ou podem ser desencadeadas por diversos fatores, como por exemplo, estresse, depressão, ou a necessidade de se adaptar a mudanças importantes na vida.

Se você não entende muito sobre esse transtorno, reunimos aqui as dúvidas mais frequentes, como o que é, os principais sintomas, tratamento…

O que é um ataque de pânico?

A síndrome do pânico é caracterizada pela repetição de ataques de pânico e pelo medo que aconteça novamente, sendo considerada um transtorno de ansiedade.

Assim, corresponde a uma combinação de dois fenômenos:

  • A repetição de ataques de pânico (ou crises agudas de ansiedade), mais ou menos frequentes e de surgimento imprevisível;
  • O medo por antecipação, ou seja, o medo de ter outra crise.

Há alguns relatos de pessoas que estão em tratamento para dependência química apresentarem ataques de pânico, devido ao alto grau de ansiedade que sentem.

Quais os sintomas de síndrome do pânico?

Os ataques de pânico aparecem de uma hora para outra ou a repetição de pelo menos quatro dos sintomas seguintes:

  • Dor ou desconforto no peito;
  • Sufocamento;
  • Vertigem, com uma sensação de desmaio;
  • Medo de morrer;
  • Medo de perder o controle sobre si mesmo;
  • Impressão de não encontrar seu lugar no ambiente;
  • Ondas de calor;
  • Náuseas, diarreia ou dor de estômago;
  • Tremores;
  • Formigamentos;
  • Batimentos cardíacos acelerados;
  • Suor excessivo;
  • Dificuldade para respirar.

Em geral, essas crises não duram mais de 10 minutos.

Por outro lado, pelo fato dos sintomas afetarem os pulmões, o coração e outros órgãos, a pessoa acredita que sofre de um problema grave, recorrendo a um atendimento de emergência.

Além disso, quando a pessoa começa a evitar os lugares onde teve um ataque de pânico, ela pode desenvolver o que chamamos de agorafobia.

Quais as causas da síndrome de pânico?

Embora não se conheça exatamente a causa exata do transtorno de pânico, algumas pesquisas mostram que pode ser causado pelo desequilíbrio de determinadas substâncias no cérebro.

Altos níveis de estresse e uma história de traumatismo também são fatores que podem estar associados às crises de pânico.

Como um dos fatores que pode desencadear um ataque de pânico é o consumo excessivo de álcool, é normal pacientes em tratamento para alcoolismo sofrerem de síndrome de pânico.

Vale lembrar que algumas doenças, como certos problemas cardíacos e de tireoide podem apresentar sintomas semelhantes ao transtorno.

Por isso, é importante descartar problemas de saúde mais sérios.

Como é o tratamento?

O tratamento da síndrome de pânico geralmente é uma combinação de medicamentos e de terapia.

O objetivo do tratamento é reduzir o número e a frequência dos ataques de pânico, e assim, melhorar a qualidade de vida da pessoa.

Podemos comparar esse tratamento ao que ocorre em uma clínica de recuperação, que é dar todo suporte necessário ao paciente para que supere tudo aquilo.

O post Síndrome do Pânico o Que é? foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



source https://gruponovorecomeco.com.br/2021/12/07/sindrome-do-panico-o-que-e/

Como Superar o Vício?

Se você está tentando superar o vício, é fundamental lembrar que o vício em drogas ou álcool não é uma falha de caráter, exaustão ou falha moral; os transtornos de uso de substâncias  são condições psicológicas crônicas de saúde caracterizadas por uma incapacidade de manter o controle sobre o uso de drogas ou álcool.

Embora a escolha de usar drogas ou álcool pela primeira vez seja frequentemente voluntária, o uso problemático repetido pode ser acompanhado por mudanças no cérebro que, em última instância, dificultam bastante a parada do uso da substância por várias pessoas.

O combate ao vício não é uma questão de força de vontade, mas de reconhecer um problema e buscar ajuda.

Assim como cada indivíduo é único, a maneira de se recuperar do vício deve ser única e adaptada às suas necessidades específicas, a fim de ser ótima.

Se você quer saber como curar dos inconvenientes do abuso de substâncias e das condições psicológicas de saúde co-ocorrentes, tais como depressão ou ansiedade, você deve entender que a recuperação pode levar tempo e persistência, mas a recuperação vale bem o esforço.

Retomar o controle de sua história e começar o caminho da recuperação é uma das melhores coisas que você pode fazer para sua saúde e conforto em geral.

Se você optou por se recuperar dos inconvenientes do abuso de substâncias, preparamos vários procedimentos e dicas para auxiliá-lo em sua escolha.

Você não deveria ter que lutar sozinho contra o vício. Se você supõe que você ou um ente querido pode estar lutando contra o vício, deixe-nos ouvir sua história e ajudá-lo a decidir um caminho para o procedimento.

Como superar o vício e deixar as drogas?

Algumas drogas são altamente viciantes devido à forma como mudam a maneira como o cérebro funciona. Por exemplo, muitas drogas têm o potencial de causar mudanças na forma como o cérebro transmite mensagens através de um processo conhecido como neurotransmissão.

A atividade de um determinado neurotransmissor, conhecido como dopamina, é aumentada em associação com vários tipos de uso de substâncias. Um aumento na atividade de dopamina relacionada a drogas pode ter efeitos reforçadores, tornando mais provável o uso compulsivo de drogas.

O combate ao vício não é uma questão de vontade ou desejo, mas de reconhecer um problema e buscar ajuda.

Muitas das drogas mais comuns de abuso têm um efeito sobre a atividade dopaminérgica nos centros de recompensa do cérebro. Pensa-se que a neurotransmissão da dopamina está subjacente aos sentimentos de motivação, prazer e recompensa, e que desempenha um papel fundamental no desenvolvimento do vício.

Indivíduos em processo de dependência em uma sessão de terapia de grupo

Os indivíduos geralmente liberam dopamina em resposta ao desempenho de ocupações agradáveis, tais como ingestão ou sexo. Entretanto, muitas drogas causam um aumento na atividade dopaminérgica, o que pode levar a uma euforia gratificante e, em última análise, encoraja o usuário de drogas a repetir a experiência.

É por isso que muitas drogas são chamadas drogas de “reforço” e uma das razões pelas quais o vício em drogas pode ser tão difícil de se recuperar.

Entretanto, a dopamina não é o único elemento envolvido no vício; a forma como as drogas estão afetando o cérebro representa um fenômeno complexo que depende de vários componentes.

Estudos de imagem mostraram que certos tipos de dependência estão provavelmente associados à redução da atividade no córtex frontal, que é a parte do cérebro que ajuda a fazer escolhas.

Isto significa essencialmente que deixar várias drogas pode não ser apenas uma questão de fazer a escolha de parar, mesmo quando as consequências do abuso de drogas são conhecidas e os efeitos negativos são sentidos.

Embora possa ser um desafio, as vantagens de superar o vício superam de longe qualquer benefício percebido do uso continuado de substâncias.

O abandono de drogas ou álcool pode contribuir para melhorar sua saúde psicológica e física, minimizar o perigo de patologias crônicas, permitir que você repare suas interações e seu histórico familiar, ajudá-lo a prevenir outras consequências negativas no trabalho ou na escola, aumentar seus níveis de energia, melhorar sua aparência e ajudá-lo a economizar dinheiro.

O abandono de drogas e a obtenção de ajuda profissional para o abuso de substâncias também podem ajudá-lo a superar os efeitos negativos do abuso de substâncias.

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Síndrome do Pânico o Que é?

Falamos de síndrome do pânico quando uma pessoa sofre episódios de crises de ansiedade aguda (ou ataques de pânico), que se repetem durante um mês ou mais.

Tais crises acontecem de forma espontânea ou podem ser desencadeadas por diversos fatores, como por exemplo, estresse, depressão, ou a necessidade de se adaptar a mudanças importantes na vida.

Se você não entende muito sobre esse transtorno, reunimos aqui as dúvidas mais frequentes, como o que é, os principais sintomas, tratamento…

O que é um ataque de pânico?

A síndrome do pânico é caracterizada pela repetição de ataques de pânico e pelo medo que aconteça novamente, sendo considerada um transtorno de ansiedade.

Assim, corresponde a uma combinação de dois fenômenos:

  • A repetição de ataques de pânico (ou crises agudas de ansiedade), mais ou menos frequentes e de surgimento imprevisível;
  • O medo por antecipação, ou seja, o medo de ter outra crise.

Há alguns relatos de pessoas que estão em tratamento para dependência química apresentarem ataques de pânico, devido ao alto grau de ansiedade que sentem.

Quais os sintomas de síndrome do pânico?

Os ataques de pânico aparecem de uma hora para outra ou a repetição de pelo menos quatro dos sintomas seguintes:

  • Dor ou desconforto no peito;
  • Sufocamento;
  • Vertigem, com uma sensação de desmaio;
  • Medo de morrer;
  • Medo de perder o controle sobre si mesmo;
  • Impressão de não encontrar seu lugar no ambiente;
  • Ondas de calor;
  • Náuseas, diarreia ou dor de estômago;
  • Tremores;
  • Formigamentos;
  • Batimentos cardíacos acelerados;
  • Suor excessivo;
  • Dificuldade para respirar.

Em geral, essas crises não duram mais de 10 minutos.

Por outro lado, pelo fato dos sintomas afetarem os pulmões, o coração e outros órgãos, a pessoa acredita que sofre de um problema grave, recorrendo a um atendimento de emergência.

Além disso, quando a pessoa começa a evitar os lugares onde teve um ataque de pânico, ela pode desenvolver o que chamamos de agorafobia.

Quais as causas da síndrome de pânico?

Embora não se conheça exatamente a causa exata do transtorno de pânico, algumas pesquisas mostram que pode ser causado pelo desequilíbrio de determinadas substâncias no cérebro.

Altos níveis de estresse e uma história de traumatismo também são fatores que podem estar associados às crises de pânico.

Como um dos fatores que pode desencadear um ataque de pânico é o consumo excessivo de álcool, é normal pacientes em tratamento para alcoolismo sofrerem de síndrome de pânico.

Vale lembrar que algumas doenças, como certos problemas cardíacos e de tireoide podem apresentar sintomas semelhantes ao transtorno.

Por isso, é importante descartar problemas de saúde mais sérios.

Como é o tratamento?

O tratamento da síndrome de pânico geralmente é uma combinação de medicamentos e de terapia.

O objetivo do tratamento é reduzir o número e a frequência dos ataques de pânico, e assim, melhorar a qualidade de vida da pessoa.

Podemos comparar esse tratamento ao que ocorre em uma clínica de recuperação, que é dar todo suporte necessário ao paciente para que supere tudo aquilo.

O post Síndrome do Pânico o Que é? foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



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Como Superar o Vício?

Se você está tentando superar o vício, é fundamental lembrar que o vício em drogas ou álcool não é uma falha de caráter, exaustão ou falha moral; os transtornos de uso de substâncias  são condições psicológicas crônicas de saúde caracterizadas por uma incapacidade de manter o controle sobre o uso de drogas ou álcool.

Embora a escolha de usar drogas ou álcool pela primeira vez seja frequentemente voluntária, o uso problemático repetido pode ser acompanhado por mudanças no cérebro que, em última instância, dificultam bastante a parada do uso da substância por várias pessoas.

O combate ao vício não é uma questão de força de vontade, mas de reconhecer um problema e buscar ajuda.

Assim como cada indivíduo é único, a maneira de se recuperar do vício deve ser única e adaptada às suas necessidades específicas, a fim de ser ótima.

Se você quer saber como curar dos inconvenientes do abuso de substâncias e das condições psicológicas de saúde co-ocorrentes, tais como depressão ou ansiedade, você deve entender que a recuperação pode levar tempo e persistência, mas a recuperação vale bem o esforço.

Retomar o controle de sua história e começar o caminho da recuperação é uma das melhores coisas que você pode fazer para sua saúde e conforto em geral.

Se você optou por se recuperar dos inconvenientes do abuso de substâncias, preparamos vários procedimentos e dicas para auxiliá-lo em sua escolha.

Você não deveria ter que lutar sozinho contra o vício. Se você supõe que você ou um ente querido pode estar lutando contra o vício, deixe-nos ouvir sua história e ajudá-lo a decidir um caminho para o procedimento.

Como superar o vício e deixar as drogas?

Algumas drogas são altamente viciantes devido à forma como mudam a maneira como o cérebro funciona. Por exemplo, muitas drogas têm o potencial de causar mudanças na forma como o cérebro transmite mensagens através de um processo conhecido como neurotransmissão.

A atividade de um determinado neurotransmissor, conhecido como dopamina, é aumentada em associação com vários tipos de uso de substâncias. Um aumento na atividade de dopamina relacionada a drogas pode ter efeitos reforçadores, tornando mais provável o uso compulsivo de drogas.

O combate ao vício não é uma questão de vontade ou desejo, mas de reconhecer um problema e buscar ajuda.

Muitas das drogas mais comuns de abuso têm um efeito sobre a atividade dopaminérgica nos centros de recompensa do cérebro. Pensa-se que a neurotransmissão da dopamina está subjacente aos sentimentos de motivação, prazer e recompensa, e que desempenha um papel fundamental no desenvolvimento do vício.

Indivíduos em processo de dependência em uma sessão de terapia de grupo

Os indivíduos geralmente liberam dopamina em resposta ao desempenho de ocupações agradáveis, tais como ingestão ou sexo. Entretanto, muitas drogas causam um aumento na atividade dopaminérgica, o que pode levar a uma euforia gratificante e, em última análise, encoraja o usuário de drogas a repetir a experiência.

É por isso que muitas drogas são chamadas drogas de “reforço” e uma das razões pelas quais o vício em drogas pode ser tão difícil de se recuperar.

Entretanto, a dopamina não é o único elemento envolvido no vício; a forma como as drogas estão afetando o cérebro representa um fenômeno complexo que depende de vários componentes.

Estudos de imagem mostraram que certos tipos de dependência estão provavelmente associados à redução da atividade no córtex frontal, que é a parte do cérebro que ajuda a fazer escolhas.

Isto significa essencialmente que deixar várias drogas pode não ser apenas uma questão de fazer a escolha de parar, mesmo quando as consequências do abuso de drogas são conhecidas e os efeitos negativos são sentidos.

Embora possa ser um desafio, as vantagens de superar o vício superam de longe qualquer benefício percebido do uso continuado de substâncias.

O abandono de drogas ou álcool pode contribuir para melhorar sua saúde psicológica e física, minimizar o perigo de patologias crônicas, permitir que você repare suas interações e seu histórico familiar, ajudá-lo a prevenir outras consequências negativas no trabalho ou na escola, aumentar seus níveis de energia, melhorar sua aparência e ajudá-lo a economizar dinheiro.

O abandono de drogas e a obtenção de ajuda profissional para o abuso de substâncias também podem ajudá-lo a superar os efeitos negativos do abuso de substâncias.

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