quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Doenças Psiquiátricas e Dependência Quais os Riscos?

Estudos mostram que as pessoas dependentes de drogas são mais suscetíveis de apresentar doenças psiquiátricas que as não dependentes, como a depressão.

Além disso, problemas de saúde mental e dependência podem surgir a qualquer momento, e quanto antes for diagnosticado e tratado, mais chances de cura.

Muitas vezes, o tratamento em uma clínica de recuperação é uma ótima solução, por contar com uma equipe multidisciplinar habilitada a tratar ambos os problemas.

Algumas pessoas também se perguntam o que ocorre primeiro: a doença psiquiátrica ou a dependência, e é um pouco difícil de dizer.

Na verdade, são problemas independentes, onde um pode afetar o outro.

Entenda, a seguir, essa relação e os riscos.

Qual a relação entre doenças psiquiátricas e dependência?

As doenças psiquiátricas e a dependência podem interagir de diversas maneiras:

  • O alcoolismo e a dependência química podem piorar os problemas de saúde mental, assim como mascarar os sintomas;
  • Algumas pessoas usam o álcool ou a droga para “aliviar” ou esquecer os sintomas da doença mental;
  • O álcool e a droga podem reduzir a eficácia dos medicamentos para tratar a doença psiquiátrica;
  • As pessoas que consomem álcool ou droga podem se esquecer de tomar seus medicamentos, o que pode agravar a doença;
  • Se os sintomas piorarem, pode implicar no surgimento de outro problema.

Dependendo do caso, as pessoas que apresentam problemas concomitantes, têm maior risco de ter problemas médicos, sociais e emocionais mais graves do que se tivessem apenas um problema.

Por consequência, o tratamento pode ser mais longo e difícil.

Doenças mentais e dependência quais os riscos?

Algumas hipóteses podem explicar essa relação entre doenças psiquiátricas e dependência:

  • A dependência à droga e os transtornos mentais podem se basear nos mesmos processos no sistema nervoso;
  • O consumo de drogas pode ajudar a aliviar certos sintomas da doença mental ou os efeitos colaterais dos medicamentos;
  • O consumo de drogas pode acelerar o surgimento de uma doença psiquiátrica ou causar mudanças biológicas que afetam as doenças mentais.

Um estudo americano revelou que pessoas que apresentam transtornos mentais têm 4,5 mais chance de serem dependentes de drogas e 2,3 mais chance de se tornar alcóolico em um certo momento de suas vidas, comparando com pessoas que não sofram de um problema psiquiátrico.

Vale lembrar também que o uso de álcool ou drogas pode ter efeitos bem parecidos com os sintomas de uma doença mental, como a depressão, ansiedade, impulsividade ou alucinações.

Isso talvez dificulte um pouco o diagnóstico, sendo necessária uma avaliação profunda no momento da pessoa se submeter ao tratamento para dependência química, pois pode haver também uma doença psiquiátrica.

Como é o tratamento para doenças psiquiátricas e dependência?

O ideal é tratar as doenças psiquiátricas e a dependência ao mesmo tempo, e as chances de sucesso no tratamento são maiores quando tratados de forma coordenada.

O tratamento depende também da origem e gravidade dos problemas, que pode ser o uso de medicamentos, psicoterapia, ou a combinação dos dois.

No entanto, embora o plano de tratamento deva levar em conta os dois problemas ao mesmo tempo, às vezes, recomenda-se tratar um antes do outro.

Por exemplo, é provável que pessoas que tenham um transtorno de humor e um problema ligado ao alcoolismo, mostrem melhores resultados quando o tratamento para alcoolismo ocorre primeiro.

Enfim, é importante estar atento a qualquer sinal de doença mental e dependência e buscar tratamento o quanto antes!

O post Doenças Psiquiátricas e Dependência Quais os Riscos? foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



source https://gruponovorecomeco.com.br/2022/01/26/doencas-psiquiatricas-e-dependencia-quais-os-riscos/

Doenças Psiquiátricas e Dependência Quais os Riscos?

Estudos mostram que as pessoas dependentes de drogas são mais suscetíveis de apresentar doenças psiquiátricas que as não dependentes, como a depressão.

Além disso, problemas de saúde mental e dependência podem surgir a qualquer momento, e quanto antes for diagnosticado e tratado, mais chances de cura.

Muitas vezes, o tratamento em uma clínica de recuperação é uma ótima solução, por contar com uma equipe multidisciplinar habilitada a tratar ambos os problemas.

Algumas pessoas também se perguntam o que ocorre primeiro: a doença psiquiátrica ou a dependência, e é um pouco difícil de dizer.

Na verdade, são problemas independentes, onde um pode afetar o outro.

Entenda, a seguir, essa relação e os riscos.

Qual a relação entre doenças psiquiátricas e dependência?

As doenças psiquiátricas e a dependência podem interagir de diversas maneiras:

  • O alcoolismo e a dependência química podem piorar os problemas de saúde mental, assim como mascarar os sintomas;
  • Algumas pessoas usam o álcool ou a droga para “aliviar” ou esquecer os sintomas da doença mental;
  • O álcool e a droga podem reduzir a eficácia dos medicamentos para tratar a doença psiquiátrica;
  • As pessoas que consomem álcool ou droga podem se esquecer de tomar seus medicamentos, o que pode agravar a doença;
  • Se os sintomas piorarem, pode implicar no surgimento de outro problema.

Dependendo do caso, as pessoas que apresentam problemas concomitantes, têm maior risco de ter problemas médicos, sociais e emocionais mais graves do que se tivessem apenas um problema.

Por consequência, o tratamento pode ser mais longo e difícil.

Doenças mentais e dependência quais os riscos?

Algumas hipóteses podem explicar essa relação entre doenças psiquiátricas e dependência:

  • A dependência à droga e os transtornos mentais podem se basear nos mesmos processos no sistema nervoso;
  • O consumo de drogas pode ajudar a aliviar certos sintomas da doença mental ou os efeitos colaterais dos medicamentos;
  • O consumo de drogas pode acelerar o surgimento de uma doença psiquiátrica ou causar mudanças biológicas que afetam as doenças mentais.

Um estudo americano revelou que pessoas que apresentam transtornos mentais têm 4,5 mais chance de serem dependentes de drogas e 2,3 mais chance de se tornar alcóolico em um certo momento de suas vidas, comparando com pessoas que não sofram de um problema psiquiátrico.

Vale lembrar também que o uso de álcool ou drogas pode ter efeitos bem parecidos com os sintomas de uma doença mental, como a depressão, ansiedade, impulsividade ou alucinações.

Isso talvez dificulte um pouco o diagnóstico, sendo necessária uma avaliação profunda no momento da pessoa se submeter ao tratamento para dependência química, pois pode haver também uma doença psiquiátrica.

Como é o tratamento para doenças psiquiátricas e dependência?

O ideal é tratar as doenças psiquiátricas e a dependência ao mesmo tempo, e as chances de sucesso no tratamento são maiores quando tratados de forma coordenada.

O tratamento depende também da origem e gravidade dos problemas, que pode ser o uso de medicamentos, psicoterapia, ou a combinação dos dois.

No entanto, embora o plano de tratamento deva levar em conta os dois problemas ao mesmo tempo, às vezes, recomenda-se tratar um antes do outro.

Por exemplo, é provável que pessoas que tenham um transtorno de humor e um problema ligado ao alcoolismo, mostrem melhores resultados quando o tratamento para alcoolismo ocorre primeiro.

Enfim, é importante estar atento a qualquer sinal de doença mental e dependência e buscar tratamento o quanto antes!

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quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Internação Para Drogados: Quando é Necessária?

Infelizmente, ainda existe um certo tabu quando o assunto é internação para drogados, além de muita resistência por parte dos familiares.

O problema está no grau da dependência, e quando chega ao ponto de prejudicar a saúde do próprio usuário e daqueles que estão à sua volta, é então necessária a internação em uma clínica de recuperação.

Vale ressaltar que existem três tipos de internação para dependentes químicos, inclusive contra a sua vontade.

Se você conhece alguém que precisa de ajuda para se livrar do vício e não entende muito bem como funciona o processo de internação, vamos explicar aqui tudo em detalhes?

Internação para drogados quais os tipos?

Muitas pessoas não sabem, mas existem três tipos de internação para drogados, e todos regulamentados por lei. E quais são eles?

1.Internação voluntária

Como o próprio nome já sugere, o próprio usuário procura a internação, e normalmente isso ocorre porque tomou consciência que é um dependente e precisa de ajuda.

Além disso, um médico devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina deve emitir um laudo autorizando a hospitalização.

Já quanto à alta, pode ser prescrita pelo médico ou até por pedido do próprio paciente.

2.Internação involuntária

Nesse caso, a internação para tratamento de dependência química é feita sem o consentimento do usuário, e sim solicitada por uma terceira pessoa, geralmente um familiar.

Por exemplo, se um pai perceber que seu filho está correndo algum risco ou mesmo colocando em risco a vida de outras pessoas, ele pode recorrer a uma internação para drogados involuntária.

Também precisa de autorização médica e o Ministério Público Estadual deve ser notificado.

Em relação à alta, pode ser por solicitação médica ou do responsável legal.

3.Internação compulsória

Por fim, a internação compulsória, que só pode ser feita por meio de ordem judicial.

Geralmente é solicitada quando o usuário não tem nenhum familiar responsável e deve ser baseada em laudos médicos.

Essa é uma situação que foi vista em São Paulo, onde usuários de crack foram levados para clínicas de reabilitação, uma vez que suas vidas estavam em risco, além de outras pessoas.

A alta também só pode acontecer sob determinação judicial.

Quando é necessária a internação para dependentes químicos?

Antes de mais nada, saiba que nem todos os dependentes químicos necessitam de internação, e muitas vezes, o tratamento para alcoolismo apresenta ótimos resultados.

No entanto, existem casos onde os usuários perdem totalmente o controle, e para garantir a sua segurança e dos seus familiares, uma internação para drogados é necessária.

Veja algumas situações que indicam a necessidade de uma internação:

  • Agressividade fora do habitual;
  • Usa todos os recursos financeiros para comprar a droga ou até rouba;
  • Deixa de cuidar da própria higiene pessoal;
  • Começa a mentir;
  • Fica vários dias longe de casa;
  • Falta aos seus compromissos.

É importante ficar muito atento aos sinais de uma dependência química, em particular, os familiares e amigos.

Muitas vezes, o dependente recusa o tratamento ou não tem consciência de que precisa de um, logo, cabe quem está à sua volta, dar todo o suporte necessário!

O post Internação Para Drogados: Quando é Necessária? foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



source https://gruponovorecomeco.com.br/2021/12/29/internacao-para-drogados-quando-e-necessaria/

Internação Para Drogados: Quando é Necessária?

Infelizmente, ainda existe um certo tabu quando o assunto é internação para drogados, além de muita resistência por parte dos familiares.

O problema está no grau da dependência, e quando chega ao ponto de prejudicar a saúde do próprio usuário e daqueles que estão à sua volta, é então necessária a internação em uma clínica de recuperação.

Vale ressaltar que existem três tipos de internação para dependentes químicos, inclusive contra a sua vontade.

Se você conhece alguém que precisa de ajuda para se livrar do vício e não entende muito bem como funciona o processo de internação, vamos explicar aqui tudo em detalhes?

Internação para drogados quais os tipos?

Muitas pessoas não sabem, mas existem três tipos de internação para drogados, e todos regulamentados por lei. E quais são eles?

1.Internação voluntária

Como o próprio nome já sugere, o próprio usuário procura a internação, e normalmente isso ocorre porque tomou consciência que é um dependente e precisa de ajuda.

Além disso, um médico devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina deve emitir um laudo autorizando a hospitalização.

Já quanto à alta, pode ser prescrita pelo médico ou até por pedido do próprio paciente.

2.Internação involuntária

Nesse caso, a internação para tratamento de dependência química é feita sem o consentimento do usuário, e sim solicitada por uma terceira pessoa, geralmente um familiar.

Por exemplo, se um pai perceber que seu filho está correndo algum risco ou mesmo colocando em risco a vida de outras pessoas, ele pode recorrer a uma internação para drogados involuntária.

Também precisa de autorização médica e o Ministério Público Estadual deve ser notificado.

Em relação à alta, pode ser por solicitação médica ou do responsável legal.

3.Internação compulsória

Por fim, a internação compulsória, que só pode ser feita por meio de ordem judicial.

Geralmente é solicitada quando o usuário não tem nenhum familiar responsável e deve ser baseada em laudos médicos.

Essa é uma situação que foi vista em São Paulo, onde usuários de crack foram levados para clínicas de reabilitação, uma vez que suas vidas estavam em risco, além de outras pessoas.

A alta também só pode acontecer sob determinação judicial.

Quando é necessária a internação para dependentes químicos?

Antes de mais nada, saiba que nem todos os dependentes químicos necessitam de internação, e muitas vezes, o tratamento para alcoolismo apresenta ótimos resultados.

No entanto, existem casos onde os usuários perdem totalmente o controle, e para garantir a sua segurança e dos seus familiares, uma internação para drogados é necessária.

Veja algumas situações que indicam a necessidade de uma internação:

  • Agressividade fora do habitual;
  • Usa todos os recursos financeiros para comprar a droga ou até rouba;
  • Deixa de cuidar da própria higiene pessoal;
  • Começa a mentir;
  • Fica vários dias longe de casa;
  • Falta aos seus compromissos.

É importante ficar muito atento aos sinais de uma dependência química, em particular, os familiares e amigos.

Muitas vezes, o dependente recusa o tratamento ou não tem consciência de que precisa de um, logo, cabe quem está à sua volta, dar todo o suporte necessário!

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terça-feira, 21 de dezembro de 2021

Como Parar de Usar Crack: Quais os Tratamentos?

Por ser uma droga que causa uma dependência muito rápida, pode ser um grande desafio pensar em uma maneira de como parar usar crack.

A rapidez dos efeitos e as manifestações depressivas que se seguem conduzem ao uso compulsivo da droga que gera então uma dependência física e psíquica.

Talvez por isso seja tão difícil largar o vício, sendo muitas vezes necessário recorrer a uma clínica de recuperação, até mesmo para proteger a vida do usuário.

Portanto, se você conhece alguém dependente de crack, confira aqui algumas estratégias que podem ajudar a parar de usar o crack.

Como parar de usar crack por que as pessoas precisam de ajuda?

Algumas pessoas ainda pensam que tem como parar de usar crack por conta própria, no entanto, é muito difícil largar o vício sem ajuda.

É uma droga com efeitos muito mais fortes que a cocaína, o que a torna altamente viciante, às vezes, mesmo após o primeiro uso.

Tais efeitos variam de acordo com o usuário, o contexto de consumo, a quantidade e a qualidade do crack.

Por se tratar de uma droga estimulante, provoca uma sensação de prazer intenso em apenas alguns segundos.

No entanto, esses efeitos duram de 5 a 10 minutos, aumentando assim o risco de dependência, e é exatamente por isso que as pessoas precisam de ajuda e de tratamento para dependência química do crack.

Lembrando que dificilmente o usuário consegue lidar com tudo isso sozinho, onde o tratamento não só contribui para a saúde do usuáro, mas também para todos aqueles à sua volta.

Por que parar de usar crack?

Para entender melhor a importância do tratamento de como parar usar crack, vale a pena saber que o crack é uma das drogas mais perigosas para a saúde, não somente por causar dependência, mas também por seus efeitos secundários.

Confira, a seguir, quais são esses efeitos:

  • Complicações respiratórias em razão da inalação, como tosse, dores torácicas, embolia;
  • Infarto;
  • Epilepsia e o risco de AVC;
  • Alucinações;
  • Agitação;
  • Depressão;
  • Risco de morte.

Da mesma maneira que um dependente de álcool, mas guardando as devidas proporções, o usuário de crack só pensa em consumir mais e mais, ao ponto de se esquecer de comer, beber ou dormir.

Como parar de usar crack quais os tratamentos?

Assim como um usuário de álcool precisa de um tratamento para alcoolismo, o usuário de crack necessita de uma intervenção muito mais urgente, preferencialmente de um profissional capacitado.

E quais os tratamentos de como parar usar crack?

Além de medicamentos e psicoterapia, a hospitalização é normalmente proposta para ajudar o usuário a lidar com a abstinência e tratar eventuais problemas de saúde.

Tratamentos complementares também ajudam bastante, como prática de exercícios físicos e uma alimentação equilibrada, pois promovem bem-estar, e assim, as pessoas tiram o foco da droga.

Agora que você já sabe que o crack é uma droga muito perigosa que impacta a saúde e com sérias consequências psiquiátricas, é essencial ajudar os usuários a reduzir os riscos ligados ao consumo, mas também acompanhá-los durante a abstinência.

Por isso, um acompanhamento médico e psicológico é crucial!

O post Como Parar de Usar Crack: Quais os Tratamentos? foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



source https://gruponovorecomeco.com.br/2021/12/21/como-parar-de-usar-crack-quais-os-tratamentos/

Como Parar de Usar Crack: Quais os Tratamentos?

Por ser uma droga que causa uma dependência muito rápida, pode ser um grande desafio pensar em uma maneira de como parar usar crack.

A rapidez dos efeitos e as manifestações depressivas que se seguem conduzem ao uso compulsivo da droga que gera então uma dependência física e psíquica.

Talvez por isso seja tão difícil largar o vício, sendo muitas vezes necessário recorrer a uma clínica de recuperação, até mesmo para proteger a vida do usuário.

Portanto, se você conhece alguém dependente de crack, confira aqui algumas estratégias que podem ajudar a parar de usar o crack.

Como parar de usar crack por que as pessoas precisam de ajuda?

Algumas pessoas ainda pensam que tem como parar de usar crack por conta própria, no entanto, é muito difícil largar o vício sem ajuda.

É uma droga com efeitos muito mais fortes que a cocaína, o que a torna altamente viciante, às vezes, mesmo após o primeiro uso.

Tais efeitos variam de acordo com o usuário, o contexto de consumo, a quantidade e a qualidade do crack.

Por se tratar de uma droga estimulante, provoca uma sensação de prazer intenso em apenas alguns segundos.

No entanto, esses efeitos duram de 5 a 10 minutos, aumentando assim o risco de dependência, e é exatamente por isso que as pessoas precisam de ajuda e de tratamento para dependência química do crack.

Lembrando que dificilmente o usuário consegue lidar com tudo isso sozinho, onde o tratamento não só contribui para a saúde do usuáro, mas também para todos aqueles à sua volta.

Por que parar de usar crack?

Para entender melhor a importância do tratamento de como parar usar crack, vale a pena saber que o crack é uma das drogas mais perigosas para a saúde, não somente por causar dependência, mas também por seus efeitos secundários.

Confira, a seguir, quais são esses efeitos:

  • Complicações respiratórias em razão da inalação, como tosse, dores torácicas, embolia;
  • Infarto;
  • Epilepsia e o risco de AVC;
  • Alucinações;
  • Agitação;
  • Depressão;
  • Risco de morte.

Da mesma maneira que um dependente de álcool, mas guardando as devidas proporções, o usuário de crack só pensa em consumir mais e mais, ao ponto de se esquecer de comer, beber ou dormir.

Como parar de usar crack quais os tratamentos?

Assim como um usuário de álcool precisa de um tratamento para alcoolismo, o usuário de crack necessita de uma intervenção muito mais urgente, preferencialmente de um profissional capacitado.

E quais os tratamentos de como parar usar crack?

Além de medicamentos e psicoterapia, a hospitalização é normalmente proposta para ajudar o usuário a lidar com a abstinência e tratar eventuais problemas de saúde.

Tratamentos complementares também ajudam bastante, como prática de exercícios físicos e uma alimentação equilibrada, pois promovem bem-estar, e assim, as pessoas tiram o foco da droga.

Agora que você já sabe que o crack é uma droga muito perigosa que impacta a saúde e com sérias consequências psiquiátricas, é essencial ajudar os usuários a reduzir os riscos ligados ao consumo, mas também acompanhá-los durante a abstinência.

Por isso, um acompanhamento médico e psicológico é crucial!

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segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

Crise de Ansiedade o Que Fazer?

Antes de saber sobre crise de ansiedade o que fazer, é importante entender o que é crise de ansiedade.

Uma crise de ansiedade se traduz por um sentimento generalizado de inquietação, preocupação e medo intenso, sem um motivo aparente.

O transtorno de ansiedade impacta muito a vida da pessoa, que pode se isolar ou desenvolver outros problemas, como a depressão.

Durante uma crise de ansiedade, a pessoa pode apresentar os seguintes sintomas:

  • Dificuldade para dormir;
  • Dores musculares;
  • Palpitações;
  • Dor no peito;
  • Tremores;
  • Suores;
  • Dor de cabeça;
  • Vertigens;
  • Problemas de concentração;
  • Sensação de sufocamento.

É normal que pacientes em tratamento para dependência química apresentarem esses sintomas durante o período de abstinência.

Quais as causas de crise de ansiedade?

A ansiedade pode ser provocada por situações de estresse, e pode desaparecer quando o estresse passar.

Quando ela persiste, falamos de transtorno de ansiedade, cujas principais causas são:

  • Fatores ambientais;
  • Predisposição genética;
  • Traumas;
  • Depressão;
  • Doenças físicas.

Além dessas causas, muitas vezes, pacientes em clínica de recuperação podem apresentar crises de ansiedade, o que requer uma abordagem mais direcionada.

Crise de ansiedade o que fazer?

Geralmente, em razão dos sintomas físicos, a primeira ideia que se pensa durante uma crise de ansiedade o que fazer é procurar um atendimento de emergência.

Isso porque, a pessoa tem a sensação de estar tendo um ataque cardíaco e que vai morrer.

E após realizar os exames, é constatado que não existe nenhum problema físico, portanto, se trata de uma crise de ansiedade.

No caso de uma ansiedade leve, exercícios de relaxamento, meditação e yoga normalmente funcionam.

No entanto, em casos mais graves, talvez seja necessário o uso de ansiolíticos e psicoterapia.

Esses medicamentos têm um efeito rápido e diminuem os efeitos emocionais e físicos, porém, é preciso ter cuidado, pois podem criar uma dependência.

Quando procurar ajuda?

Agora que você entendeu tudo sobre crise de ansiedade o que fazer, qual é a hora de buscar ajuda?

Se as crises forem recorrentes e afetarem seu bem-estar físico e mental, é necessário buscar ajuda profissional, uma vez que pode se tratar de um transtorno de ansiedade.

Portanto, se você sentir um medo constante, sem um motivo real e que aparece de modo inesperado, é um dos primeiros sinais de alerta.

É importante o acompanhamento médico, não apenas para diagnosticar o problema, mas também para traçar o tratamento mais adequado.

O post Crise de Ansiedade o Que Fazer? foi publicado primeiro em Grupo novo recomeço.



source https://gruponovorecomeco.com.br/2021/12/13/crise-de-ansiedade-o-que-fazer/

Usar drogas causa impotência?

Muitas pessoas não sabem que usar drogas causa impotência , principalmente porque algumas delas estimulam a libido e aumentam o desejo sexua...